Costa diz que escolha de Portugal para parceiro da Hannover Messe’22 é o reconhecimento da indústria portuguesa

O primeiro-ministro defendeu hoje que a escolha de Portugal como país parceiro da Hannover Messe’22, a maior feira industrial do mundo, significa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas empresas portuguesas, mas defendeu maior ambição para transformar a sociedade.

Costa diz que escolha de Portugal para parceiro da Hannover Messe'22 é o reconhecimento da indústria portuguesa

Costa diz que escolha de Portugal para parceiro da Hannover Messe’22 é o reconhecimento da indústria portuguesa

O primeiro-ministro defendeu hoje que a escolha de Portugal como país parceiro da Hannover Messe’22, a maior feira industrial do mundo, significa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas empresas portuguesas, mas defendeu maior ambição para transformar a sociedade.

“A atribuição a Portugal do estatuto de país parceiro na Hannover Messe é um reconhecimento daquilo que é a excelência do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelas empresas portuguesas”, disse António Costa, no encontro com empresários “A Caminho de Hannover”, em Aveiro.

O chefe do executivo referiu que este reconhecimento explica também “grande parte dos bons números” que foram confirmados esta semana pela Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional, que reviram em alta as suas previsões para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) português, o que demonstra “a resiliência do tecido económico português perante tempos tão desafiantes”, como a pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia.

No seu discurso perante os empresários, Costa considerou que os portugueses devem ter confiança pela forma como o sistema científico e empresarial “resistiram e têm resistido a estes tempos tão difíceis”, mas defendeu que a ambição coletiva “tem de transcender a conjuntura” que Portugal está a enfrentar e os objetivos de curto prazo que tem de alcançar.

“A nossa ambição tem de ser de conseguirmos aproveitar esta década para ser a década do grande potencial transformador da sociedade portuguesa”, vincou.

Nesse sentido, o primeiro-ministro destacou o programa das agendas mobilizadoras, ao qual se candidataram 64 consórcios com uma total de intenções de investimento de 8,8 mil milhões de euros que têm que estar realizados até 2026, como sendo uma “oportunidade extraordinária verdadeiramente transformacional do tecido empresarial português e daquilo que é o perfil da economia”.

“Em meados de junho teremos os resultados finais do júri. Até lá, faço figas para que todos possam vencer, porque quantos mais vencerem, maior é a capacidade e o impacto transformador do nosso tecido económico que este programa das agendas mobilizadoras vai ter”, concluiu.

Com estas sessões “A caminho de Hannover”, o Governo pretende ouvir os empresários e destacar a importância da presença portuguesa na Hannover Messe´22, que irá decorrer de 30 de maio a 02 de junho.

Portugal é o país parceiro deste ano, pelo que as atenções deverão estar centradas, além da Alemanha, no mercado português que terá aqui uma oportunidade de mostrar o que se produz no nosso país.

A terceira e última sessão tem lugar a 24 de maio, em Sintra.

 

JDN // JPS

By Impala News / Lusa

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