Costa assinala que sociedade deve “gritar nas ruas” que não aceita violência doméstica

O primeiro-ministro destaca a importância de a sociedade reivindicar nas ruas que não aceita a realidade da violência doméstica, considerando que ainda “há muito para fazer” nesta matéria.

Costa assinala que sociedade deve

Costa assinala que sociedade deve “gritar nas ruas” que não aceita violência doméstica

O primeiro-ministro destaca a importância de a sociedade reivindicar nas ruas que não aceita a realidade da violência doméstica, considerando que ainda “há muito para fazer” nesta matéria.

António Costa juntou-se hoje à manifestação que assinalou o Dia Internacional da Mulher no Terreiro do Paço, em Lisboa.

A acompanhar o primeiro-ministro estiveram alguns membros do Governo e deputados socialistas, bem como o cabeça de lista do PS às eleições europeias, Pedro Marques, e a sua mulher, Fernanda Tadeu.

Falando aos jornalistas, o chefe do Governo lembrou que, “quando há ainda uma diferença de 18% em média no vencimento entre as mulheres e os homens, quando há uma grande disparidade no exercício de cargos políticos e cargos de direção”, quando existe “tanta dificuldade na conciliação entre a vida familiar, profissional e pessoal” e quando “existe uma barbaridade como os níveis de violência domestica e de género” que se registam em Portugal, isso “significa que há muito para fazer”.

Apontando que o país tem de continuar a mobilizar-se nesse sentido, o primeiro-ministro considerou que esse é também um caminho a percorrer “ao nível institucional” e “ao nível da cidadania”.

“É importante, é muito relevante que o conjunto da sociedade grite também nas ruas que não está disponível para aceitar esta realidade e que viremos seguramente esta página da desigualdade de género”, salientou.

E essa, explicou, foi uma das razões porque se associou à iniciativa de hoje.

“A minha presença é só um gesto simbólico a sinalizar que é necessário mobilizar-nos todos coletivamente para batermo-nos pela igualdade, porque houve um grande progresso feito desde o 25 de Abril, em particular com a grande reforma do Código Civil em 1977, mas ainda há muito para fazer”, sublinhou.

FYM // VAM

By Impala News / Lusa

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