António Costa já não se demite com chumbo da contagem integral do tempo dos professores

António Costa afastou hoje o cenário da ameaça de demissão do Governo, considerando que constituiu uma vitória da responsabilidade a reprovação do diploma do tempo de serviço dos professores.

António Costa já não se demite com chumbo da contagem integral do tempo dos professores

António Costa já não se demite com chumbo da contagem integral do tempo dos professores

António Costa afastou hoje o cenário da ameaça de demissão do Governo, considerando que constituiu uma vitória da responsabilidade a reprovação do diploma do tempo de serviço dos professores.

António Costa afastou esta sexta-feira, 10 de maio, o cenário da ameaça de demissão do Governo, considerando que constituiu uma vitória da responsabilidade a reprovação do diploma que pretendia contabilizar a totalidade do tempo de serviço dos professores.

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«Foi um resultado clarificador e uma vitória da responsabilidade», declarou o Primeiro-Ministro. Esta posição de António Costa foi transmitida duas horas depois de PSD, PS, CDS-PP terem reprovado, em votação final global, o texto proveniente da Comissão Parlamentar de Educação para a reposição integral do tempo de serviço dos professores – diploma que teve o apoio do Bloco, PCP e PEV.

Assim, mantém-se em vigor, sem qualquer alteração, o diploma do Governo que reconhece apenas dois anos, nove meses e 18 dias da recuperação do tempo.

António Costa considerava a contagem total do tempo de serviços uma medida socialmente injusta

António Costa ameaçou na passada sexta-feira, 3 de maio, demitir-se caso a Assembleia aprovasse a lei dos professores, pois a seu ver a contagem total do tempo de serviços levantava dúvidas de constitucionalidade, considerando-a uma medida socialmente injusta e insustentável do ponto de vista financeiro.

O discurso de António Costa terminou com o Primeiro-Ministro a dizer que caso a proposta de PSD, CDS, BE e PCP seja aprovada em plenário, o seu Executivo apresentava a demissão. «A aprovação em votação final e global forçará o Governo a apresentar a sua demissão», afirmou em conferência de imprensa, o chefe do Governo.

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