Comissão Nacional de Eleições de Moçambique preocupada com violência e perda de vidas

A CNE manifestou hoje preocupação com os casos de violência e de perda de vidas humanas que têm marcado a campanha para as eleições gerais de 15 de outubro.

Comissão Nacional de Eleições de Moçambique preocupada com violência e perda de vidas

Comissão Nacional de Eleições de Moçambique preocupada com violência e perda de vidas

A CNE manifestou hoje preocupação com os casos de violência e de perda de vidas humanas que têm marcado a campanha para as eleições gerais de 15 de outubro.

Maputo, 16 set 2019 (Lusa) – A Comissão Nacional de Eleições de Moçambique (CNE) manifestou hoje preocupação com os casos de violência e de perda de vidas humanas que têm marcado a campanha para as eleições gerais de 15 de outubro.

“Estamos preocupados com os episódios de violência e a perda de vidas humanas que têm acontecido ao longo da campanha eleitoral, pelo que apelamos aos concorrentes para se absterem de condutas que possam agravar a situação”, declarou à Lusa o porta-voz da CNE, Paulo Cuinica.

Os órgãos eleitorais mantiveram no sábado um encontro com os representantes dos partidos para transmitir preocupação face à situação, acrescentou Cuinica.

“Recebemos por parte dos concorrentes garantias de que tudo será feito para que se evitem casos de violência e perda de vidas humanas”, frisou.

Na semana passada, dez pessoas morreram no final de um comício do candidato presidencial da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder) e atual Presidente, Filipe Nyusi, quando uma multidão se precipitou para a única saída na altura disponível no Estádio 25 de Junho, na cidade de Nampula, norte do país, onde decorreu a ação.

Na primeira semana da campanha eleitoral, três pessoas morreram e duas ficaram feridas, quando uma viatura que seguia numa caravana eleitoral da Frelimo se despistou, na província de Manica, centro do país.

Cenas de violência ligadas à campanha eleitoral já levaram à detenção de 29 pessoas em todo o país pelas autoridades policiais.

PMA // JH

By Impala News / Lusa

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