CNE considera injustas críticas de Ferro sobre campanha para voto no domingo

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) considerou hoje injustas as críticas que lhe foram feitas pelo presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, sobre a campanha publicitária para que os portugueses votem nas eleições presidenciais de domingo.

CNE considera injustas críticas de Ferro sobre campanha para voto no domingo

CNE considera injustas críticas de Ferro sobre campanha para voto no domingo

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) considerou hoje injustas as críticas que lhe foram feitas pelo presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, sobre a campanha publicitária para que os portugueses votem nas eleições presidenciais de domingo.

Numa entrevista que concedeu ao Pod cast do PS, intitulado “Política com Palavra”, o presidente da Assembleia da República classificou como insuficiente a promoção das eleições presidenciais por parte da CNE.

Em conferência de imprensa, no parlamento, o secretário da Comissão Executiva da CNE, João Almeida, começou por referir que “essa foi uma opinião da segunda figura do Estado” português “e que é respeitável”.

“Mas não sentimos que essa crítica faça justiça ao esforço que a CNE fez. A CNE é constituída por cidadãos que não são profissionais de nada, tem serviços minúsculos (11 pessoas) e conseguiu pôr de pé uma campanha abrangendo os órgãos de comunicação social para que tinha recursos financeiros para poder pagar as inserções de publicidade”, respondeu.

João Almeida apontou que a CNE “apoiou a ação de particulares que tentaram apelar à participação eleitoral”.

“A CNE rege-se pela lei e a lei dá-lhe uma missão específica: Compete à comissão esclarecer os cidadãos sobre a importância da eleição e o que fazem os órgãos colocados a sufrágio, e dizer-lhes como votam. Para além disto, a CNE também sabe que ajuda a mobilizar os cidadãos e ainda inclui apelos diretos ao voto”, especificou João Almeida.

O secretário da Comissão Executiva da CNE deixou depois o seguinte recado: “Mais a comissão não pôde fazer” nas atuais circunstâncias.

“Pode ser que numa outra ocasião mais o possa fazer”, acrescentou.

PMF // MSF

By Impala News / Lusa

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