CGTP quer aumentos salariais de 90 euros para 2022

CGTP vai reivindicar aumentos salariais de 90 euros para todos trabalhadores em 2022 e a fixação do salário mínimo nacional nos 850, segundo a proposta de política de rendimentos aprovada.

CGTP quer aumentos salariais de 90 euros para 2022

CGTP quer aumentos salariais de 90 euros para 2022

CGTP vai reivindicar aumentos salariais de 90 euros para todos trabalhadores em 2022 e a fixação do salário mínimo nacional nos 850, segundo a proposta de política de rendimentos aprovada.

CGTP vai reivindicar aumentos salariais de 90 euros para todos trabalhadores em 2022 e a fixação do salário mínimo nacional nos 850, segundo a proposta de política de rendimentos aprovada. Esta proposta de política de rendimentos para 2022 foi aprovada pelo Conselho Nacional da central, e irá servir de orientação aos sindicatos da CGTP na contratação coletiva.

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O documento define todas as reivindicações pelas quais a Intersindical e os seus sindicatos se vão bater, nomeadamente a valorização dos salários e das carreiras, o combate à precariedade, o respeito pelos direitos laborais e a redução dos horários de trabalho. No caderno reivindicativo aprovado há um ano, a CGTP também reivindicava para 2021 aumentos salariais de 90 euros para todos os trabalhadores e um salário mínimo de 850 euros.

Jerónimo de Sousa critica PS

Também Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, concorda que “é preciso aumentar o salário mínimo nacional para 850 euros” e ao mesmo tempo é “preciso valorizar as profissões e as carreiras”, aumentando as restantes remunerações. O líder do PCP aproveitou para, à margem do discurso escrito, criticar o secretário-geral do PS, António Costa, por não ter dado atenção ao problema dos baixos salários no Congresso dos socialistas em Portimão.

“Hoje, o secretário-geral do PS puxou bem a brasa à sua sardinha, mas não teve uma palavra para o aumento dos salários” dos trabalhadores, criticou Jerónimo de Sousa, considerando que “não pode continuar a situação de trabalhadores especializados, com elevadas responsabilidades, como por exemplo os motoristas, que recebem pouco acima do salário mínimo.

“Não pode continuar a situação de trabalhadores com uma experiência profissional de 20 ou 30 anos cujos salários estão equiparados ao salário mínimo e cuja carreira e empenho profissional ao longo de décadas é mandada para o caixote do lixo. Não pode continuar a situação de trabalhadores jovens com elevadas qualificações e que recebem salários baixos. Não pode continuar a situação de trabalhadores que tendo o salário mínimo ou pouco mais não têm possibilidade de ter um mínimo de condições de vida”, disse.

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