CDS desafia Costa a “parar de se esconder” e explicar-se sobre contratos de familiares de governantes

Lisboa, 31 jul 2019 (Lusa) — O CDS-PP desafiou hoje o primeiro-ministro a “parar de se esconder atrás dos ministros” e de “pareceres jurídicos” e dar explicações sobre o caso dos contratos de empresas de familiares de governantes que a lei impede.Sem nunca pedir a demissão de nenhum dos membros do Governo envolvidos, a vice-presidente […]

CDS desafia Costa a

CDS desafia Costa a “parar de se esconder” e explicar-se sobre contratos de familiares de governantes

Lisboa, 31 jul 2019 (Lusa) — O CDS-PP desafiou hoje o primeiro-ministro a “parar de se esconder atrás dos ministros” e de “pareceres jurídicos” e dar explicações sobre o caso dos contratos de empresas de familiares de governantes que a lei impede.Sem nunca pedir a demissão de nenhum dos membros do Governo envolvidos, a vice-presidente […]

Lisboa, 31 jul 2019 (Lusa) — O CDS-PP desafiou hoje o primeiro-ministro a “parar de se esconder atrás dos ministros” e de “pareceres jurídicos” e dar explicações sobre o caso dos contratos de empresas de familiares de governantes que a lei impede.

Sem nunca pedir a demissão de nenhum dos membros do Governo envolvidos, a vice-presidente e deputada do CDS Cecília Meireles acusou o PS de se comportar como “se fosse dono do Estado”, primeiro com o caso das nomeações de familiares para cargos governamentais, conhecido em abril, e agora com os contratos com o Estado por empresas de governantes.

“O que se espera do sr. primeiro-ministro é que pare de se esconder atrás dos pareceres jurídicos, dos seus ministros e que dê uma explicação e ponha cobro a isto”, afirmou Cecília Meireles aos jornalistas, na Assembleia da República, em Lisboa.

Por três vezes, a deputada afirmou que o CDS votou contra a alteração à lei de incompatibilidades e impedimentos em vigor, que retirou a proibição de empresas detidas por familiares de membros do Governo de fazer contratos com o Estado ou entidades públicas, como aconteceu com o filho do secretário de Estado da Proteção Civil, mas que só entrará em vigor em outubro, após as legislativas.

É uma alteração legal que, disse, “poderia por em causa a transparência e o combate ao nepotismo” e, por isso, os centristas votaram contra.

NS // SF

By Impala News / Lusa

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