Bolsonaro defende uso de armas na comemoração do Dia dos Mortos

O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, voltou a defender hoje, quando se comemora o Dia dos Mortos no Brasil, que a população compre armas, uma das bandeiras do seu Governo.

Bolsonaro defende uso de armas na comemoração do Dia dos Mortos

Bolsonaro defende uso de armas na comemoração do Dia dos Mortos

O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, voltou a defender hoje, quando se comemora o Dia dos Mortos no Brasil, que a população compre armas, uma das bandeiras do seu Governo.

O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, voltou a defender hoje, quando se comemora o Dia dos Mortos no Brasil, que a população compre armas, uma das bandeiras do seu Governo.

“As pessoas armadas nunca serão escravizadas”, escreveu o Presidente, numa mensagem que partilhou no seu perfil oficial no Twitter.

Bolsonaro, líder da extrema-direita brasileira, promove, desde que assumiu o poder, em janeiro de 2019, uma política pró-armas e a favor da “autodefesa” como fórmula de combate à violência no país.

Chegou a flexibilizar, via decreto, as regras de compra e porte de armas de fogo no Brasil, mas encontrou resistências dos poderes legislativo e judiciário, que alteraram ou derrubaram algumas dessas iniciativas.

O Presidente fez esse novo apelo a favor das armas ao mencionar uma notícia da revista Veja que garante que o seu filho Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, trabalhou para reduzir “o controlo de armas e munições no país”.

Segundo a revista, Carlos Bolsonaro teria participado em “reuniões oficiais” para evitar que as regras de rastreamento de armas e munições fossem mais rigorosas.

O chefe de Estado disse que “se a Veja pretendia bater negativamente” no filho dele, “deu um tiro no próprio pé”.

“Muitos trabalharam e continuam trabalhando para evitar o desarmamento que ocorreu nos moldes de outros governos”, acrescentou na mensagem, na sua conta no Twitter.

A publicação coincide com a comemoração do Dia dos Mortos, marcado este ano pela memória das vítimas do novo coronavírus no Brasil, país onde já foram registados 160.074 mortos e 5.545.705 infetados pela doença.

O Brasil é o segundo país com maior número de mortes relacionadas ao covid-19, atrás dos Estados Unidos, e o terceiro com o maior número de casos confirmados, atrás dos Estados Unidos e da Índia.

Desde o início da pandemia, Bolsonaro minimizou a gravidade da pior crise sanitária do século e censurou o uso de máscaras e medidas de distanciamento social por considera-las negativas à economia do país.

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