BE/Convenção: Nada foi mais importante para o PS do que atacar a esquerda nas eleições — Catarina Martins

A coordenadora do BE afirmou hoje que, nas últimas legislativas, “nada foi mais importante para o PS do que atacar a esquerda”, rejeitando ressabiamento ou zangas.

BE/Convenção: Nada foi mais importante para o PS do que atacar a esquerda nas eleições -- Catarina Martins

BE/Convenção: Nada foi mais importante para o PS do que atacar a esquerda nas eleições — Catarina Martins

A coordenadora do BE afirmou hoje que, nas últimas legislativas, “nada foi mais importante para o PS do que atacar a esquerda”, rejeitando ressabiamento ou zangas.

Matosinhos, Porto, 22 mai 2021 (Lusa) — A coordenadora do BE afirmou hoje que, nas últimas legislativas, “nada foi mais importante para o PS do que atacar a esquerda”, rejeitando ressabiamento ou zangas pelos socialistas terem “fechado a porta” a uma solução estável para a legislatura.

Na intervenção de abertura da XII Convenção Nacional do BE, que decorre até domingo em Matosinhos, distrito do Porto, a líder bloquista, Catarina Martins, atirou diretamente ao PS e recordou a “escolha reveladora” que fez nas eleições legislativas de 2019, já que “o objetivo da sua campanha foi exigir uma maioria absoluta e combater a esquerda”.

“Como explicou António Costa em entrevista ao Expresso e cito, ‘um Bloco forte significa ingovernabilidade’, ou, como disseram outros dirigentes do PS, era preciso salvar o Governo das pressões da esquerda. Nada foi mais importante para o PS do que atacar a esquerda nessas eleições”, acusou.

Recordando os dias a seguir a essas eleições, que determinaram o fim da “geringonça”, Catarina Martins recordou “a recusa do PS em aceitar um compromisso de medidas sociais para os quatro anos seguintes” que, na sua opinião, “mudou os dados da política” em Portugal.

“Não atuamos por ressabiamento, não temos estados de alma, não ficamos zangados pelo facto de o PS ter fechado a porta a uma solução de estabilidade para quatro anos. É a sua escolha, nós abriremos outra porta. Do que não abdicamos é de conseguir já as medidas que são urgentes para o nosso povo”, assegurou.

JF // JLG

By Impala News / Lusa

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