Angola vai presidir a Comissão Económica da Comunidade dos Estados da África Central

Angola vai presidir, nos próximos cinco anos, à Comissão Económica da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), cargo preenchido pelo embaixador Gilberto da Piedade Veríssimo, foi hoje anunciado.

Angola vai presidir a Comissão Económica da Comunidade dos Estados da África Central

Angola vai presidir a Comissão Económica da Comunidade dos Estados da África Central

Angola vai presidir, nos próximos cinco anos, à Comissão Económica da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), cargo preenchido pelo embaixador Gilberto da Piedade Veríssimo, foi hoje anunciado.

Segundo uma nota do Ministério das Relações Exteriores de Angola, a proposta do país lusófono, apresentada na IX sessão extraordinária do Conselho de Ministros, realizada entre quarta e quinta-feira, foi aprovada por todos os Estados-membros, devendo ser submetida à análise dos chefes de Estado e de Governo da organização regional.

No encontro, realizado por videoconferência, os participantes discutiram e aprovaram, entre outras questões, as modalidades de eleição dos membros da Comissão da CEEAC, a situação política e de segurança na República Centro-Africana, com base num relatório do secretário-geral da organização, elaborado pelo Mecanismo de Alerta da África Central (MARAC).

Os participantes analisaram também a nota de informação elaborada pelo secretariado da CEEAC sobre as modalidades de organização da próxima sessão da conferência de chefes de Estado e de Governo, bem como o estado de contribuição dos Estados-membros ao orçamento da organização e da ratificação do Tratado Revisto da CEEAC.

A pandemia em curso do novo coronavírus mereceu igualmente análise, no que se refere ao Projeto Regional contra a Pandemia da Covid-19, ficando decidido que os ministros da Saúde se reúnam para apreciar a questão.

A CEEAC é integrada além de Angola pelo Burundi, Camarões, Chade, Gabão, Guiné Equatorial, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Ruanda e São Tomé e Príncipe.

NME // VM

By Impala News / Lusa

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