Angola deverá atribuir registo de nascimento a nove milhões de cidadãos até 2022

O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos angolano anunciou hoje, em Luanda, que está previsto, até 2022, o registo de nascimento de nove milhões de cidadãos e a atribuição de seis milhões de bilhetes de identidade.

Angola deverá atribuir registo de nascimento a nove milhões de cidadãos até 2022

Angola deverá atribuir registo de nascimento a nove milhões de cidadãos até 2022

O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos angolano anunciou hoje, em Luanda, que está previsto, até 2022, o registo de nascimento de nove milhões de cidadãos e a atribuição de seis milhões de bilhetes de identidade.

Francisco Queiroz, citado pela agência noticiosa angolana, Angop, fez o anúncio durante a reunião alargada de balanço do Programa de Massificação de Registo de Nascimento e Atribuição do Bilhete de Identidade, no qual serão beneficiados este número de cidadãos.

O governante angolano disse que o programa surge com base no estudo realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que antes previa 12 milhões de registos de nascimento e 8,4 milhões de bilhetes de identidade, até 2022.

Segundo o ministro, é necessário redobrar a sensibilização e mobilização dos cidadãos, bem como munir as brigadas com meios necessários para se atingir a meta desejada.

O titular da pasta da Justiça e dos Direitos Humanos apontou entre vários benefícios a massificação desses documentos, a facilidade que os cidadãos terão para acederem aos bancos.

O Programa de Massificação de Registo de Nascimento e Atribuição do Bilhete de Identidade, executado pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, permitiu, entre novembro de 2019 e julho de 2020 o registo de nascimento de 810.566 cidadãos e a emissão de 489.041 bilhetes de identidade, entre os quais cinco cidadãos com mais de 100 anos, nas províncias do Bengo e Benguela, pela primeira vez registados.

O programa conta com 203 brigadas, 1.020 postos de recolha de dados e cerca de 1.200 técnicos em todo o país.

NME // VM

By Impala News / Lusa

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