Alto Comissariado para as Migrações vai descentralizar serviços para Beja – Governo

O Alto Comissariado para as Migrações vai “descentralizar os seus serviços” para Beja, o que vai permitir “uma abordagem ainda mais eficaz com os imigrantes”, anunciou hoje o Governo.

Alto Comissariado para as Migrações vai descentralizar serviços para Beja - Governo

Alto Comissariado para as Migrações vai descentralizar serviços para Beja – Governo

O Alto Comissariado para as Migrações vai “descentralizar os seus serviços” para Beja, o que vai permitir “uma abordagem ainda mais eficaz com os imigrantes”, anunciou hoje o Governo.

Lisboa, 28 abr 2021 (Lusa) – O Alto Comissariado para as Migrações vai “descentralizar os seus serviços” para Beja, anunciou hoje o Governo, considerando que isso vai permitir “uma abordagem ainda mais eficaz com os imigrantes”.

“O Alto Comissariado para as Migrações irá descentralizar os seus serviços para Beja e assim ter uma abordagem ainda mais eficaz com os imigrantes”, afirmou a secretária de Estado para a Integração e as Migrações, na Assembleia da República.

Cláudia Pereira falava no debate sobre política setorial que decorreu hoje, e respondia à deputada Bebiana Cunha, do PAN.

A parlamentar do Pessoas-Animais-Natureza questionou o Governo relativamente a uma denúncia de uma associação sobre as condições de “trabalho de muitos imigrantes, quer em Beja quer em Ferreira do Alentejo, naquilo que é a agricultura intensiva”, nomeadamente de olivais e amendoais.

Na resposta, a secretária de Estado salientou que está a ser trabalhada uma “abordagem de proximidade com os municípios” e as empresas com vista a um “maior envolvimento” para a “melhoria das condições” de vida dos imigrantes, e que o Governo tem articulado com as autoridades locais a estratégia local de habitação.

Cláudia Pereira destacou ainda que os centros locais de apoio ao imigrante têm “feito um trabalho muito significativo a nível local” e falou também nos cursos de língua portuguesa, que vão “começar muito em breve” e poderão ser frequentados por imigrantes com autorização de residência e também “aqueles que começaram já o processo, e ainda não têm, ou os que têm número de Segurança Social”.

FM/ARYL/IMA // JPS

By Impala News / Lusa

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