Albuquerque aponta autonomia e estabilidade entre os pilares da retoma económica da Madeira

O presidente do governo da Madeira afirmou hoje que a autonomia, a estabilidade e a confiança são três pilares do desenvolvimento e a retoma económica da região no período após a pandemia covid-19.

Albuquerque aponta autonomia e estabilidade entre os pilares da retoma económica da Madeira

Albuquerque aponta autonomia e estabilidade entre os pilares da retoma económica da Madeira

O presidente do governo da Madeira afirmou hoje que a autonomia, a estabilidade e a confiança são três pilares do desenvolvimento e a retoma económica da região no período após a pandemia covid-19.

“Nós temos continuado a apostar em três pilares essenciais para o desenvolvimento presente e futuro da Madeira: autonomia política, confiança e estabilidade”, declarou Miguel Albuquerque na inauguração das obras referentes à conclusão do troço de via rápida entre a Ribeira de São Jorge e São Jorge, no concelho de Santana, no norte da ilha.

Esta via foi construída em duas fases, a primeira cujos trabalhos foram concluídos desde 2010 pelo valor de 52,1 MEuro, e a segunda está orçada em 38,9 MEuro, totalizando a empreitada 91 ME.

“São estes três fatores que fazem com que a Madeira, nesta fase que vamos iniciar de pós pandemia, acelere a sua retoma economia”, acrescentou o chefe do executivo madeirense de coligação PSD/CDS.

Albuquerque garantiu que o seu Governo “continuará a assegurar a concretização destes três pilares essenciais”.

O responsável insular argumentou que a autonomia representa “o poder de decisão dos madeirenses e porto-santenses relativamente às questões que lhe dizem respeito”, enquanto a confiança é a “atitude fundamental”, sem a qual a região entraria “em entropia” e sem “saber o que vai acontecer no futuro”.

Sobre a estabilidade, realçou que um “contexto de instabilidade política não assegura a certeza e a previsibilidade do que queremos fazer e para onde vamos”.

“Nós sabemos exatamente o que queremos para o futuro da Madeira, o que vamos fazer no futuro”, vincou.

E complementou: “Somos autonomistas de corpo e alma porque foi a autonomia que permitiu e continuará a permitir no futuro o progresso e desenvolvimento da Madeira”.

Miguel Albuquerque realçou que a nova ligação “é um símbolo” e “consequência de uma realidade, que é o trabalho dos homens” da região, motivo pelo qual foram os trabalhadores desta obra a afastar a barreira com a bandeira da Madeira que assinalou a inauguração do novo troço rodoviário.

Na opinião do governante insular, a conclusão deste projeto é “a concretização de mais uma obra do desenvolvimento integral da Madeira”.

De acordo com as informações facultadas pela presidência do Governo da Madeira, o troço hoje inaugurado está integrado na empreitada “via expresso Ribeira de São Jorge — Arco de São Jorge — 2ª fase”.

Este projeto veio “concretizar a ligação entre o centro do concelho de Santana e as freguesias de São Jorge e do Arco de São Jorge, na costa norte da Ilha da Madeira”.

Também é uma empreitada que “pretende responder, de forma eficaz, às situações de instabilidade dos taludes sobranceiros à Estrada Regional 211, entre a Ribeira de São Jorge e o Arco de São Jorge, contribuindo para uma melhoria substancial das ligações rodoviárias da costa norte da ilha, assim como para uma melhoria da qualidade de vida dos habitantes”.

O documento aponta que vem permitir igualmente “um incremento da atividade económica numa área com enorme potencial turístico, para além de eliminar a exposição ao perigo das quebradas a que o tráfego rodoviário na costa norte é vulnerável, bem como a encerramentos de tráfego com vista à limpeza e desobstrução da via”.

A estrada tem uma extensão de seis quilómetros e integra a rede regional de Vias Expressos, nomeadamente a VE1, situada entre Machico e São Vicente.

AMB // PJA

By Impala News / Lusa

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