8.ª Expo de Turismo de Macau vai apresentar iniciativas físicas e ‘online’

A oitava Exposição Internacional de Turismo (Indústria) de Macau, vai combinar pela primeira vez, entre 06 e 08 de novembro, a presença física com iniciativas ‘online’, para ajudar a atividade turística do território, foi hoje anunciado.

8.ª Expo de Turismo de Macau vai apresentar iniciativas físicas e 'online'

8.ª Expo de Turismo de Macau vai apresentar iniciativas físicas e ‘online’

A oitava Exposição Internacional de Turismo (Indústria) de Macau, vai combinar pela primeira vez, entre 06 e 08 de novembro, a presença física com iniciativas ‘online’, para ajudar a atividade turística do território, foi hoje anunciado.

Este ano, devido ao impacto da pandemia de covid-19, a Expo de Turismo vai apresentar seis destaques para ajudar a indústria turística de Macau “a dinamizar a confiança na economia de turismo”, disse a diretora dos Serviços de Turismo, Helena de Senna Fernandes, na conferência de imprensa de apresentação do evento.

Macau registou o primeiro caso de covid-19 no território a 22 de janeiro e, desde então, a economia, altamente dependente do turismo, encontra-se praticamente paralisada, quando nos primeiros nove meses do ano entraram em Macau 4.019.104 visitantes, menos 86,7%, comparativamente ao período homólogo de 2019.

Inicialmente adiada de abril para setembro, a 8.ª Expo de Turismo vai destacar os produtos turísticos locais, com a participação de cerca de 130 instituições e 200 ‘stands’ na “Rua de Macau”.

“Muitos residentes do interior da China não acreditam que possam vir para Macau sem quarentena”, disse Senna Fernandes, sublinhando serem necessárias mais ações de divulgação e de promoção da situação no território.

“Vamos anunciar o que se deve fazer para entrar em Macau” e “passo a passo dar confiança aos visitantes” da China, salientou.

A China voltou a emitir, depois da suspensão devido à covid-19, vistos individuais e de grupo para Macau em todo o país, a partir de 23 de setembro.

Outro tema em foco vai ser a cooperação turística e o desenvolvimento dos produtos turísticos na Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, com mais de 70 operadores da indústria e um fórum ‘online’ e ‘offline’ sobre oportunidades de cooperação e de negócio na região.

Além da cooperação comercial entre a China e os países lusófonos, com um pavilhão de 90 metros quadrados para os produtos lusófonos, os bairros comunitários de Macau e as lojas com características próprias, bem como o pavilhão da gastronomia, vão estar em destaque numa área de 22 mil metros quadrados.

Com um orçamento de 18 milhões de patacas (1,9 milhões de euros), menos 19% do que na edição de 2019, a Expo de Turismo vai adotar um sistema de marcação prévia, no âmbito das medidas de prevenção da covid-19 em vigor: medição de temperatura, uso obrigatório de máscara e código de saúde de Macau.

A organização terá um sistema para contar o número de pessoas no recinto, sendo que “não podem estar mais de 9.500 ao mesmo tempo”, incluindo trabalhadores.

EJ/CZL // JH

By Impala News / Lusa

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