Pingo Doce alerta para o não consumo deste gelado e pede devolução

Se comprou este gelado vai ter de o devolver devido a “possível presença” de goma de alfarroba contaminada, alerta a cadeia de hipermercados Pingo Doce.

Pingo Doce alerta para o não consumo deste gelado e pede devolução

Pingo Doce alerta para o não consumo deste gelado e pede devolução

Se comprou este gelado vai ter de o devolver devido a “possível presença” de goma de alfarroba contaminada, alerta a cadeia de hipermercados Pingo Doce.

A cadeia de hipermercados Pingo Doce divulgou esta segunda-feira uma nota de alerta aos seus clientes e consumidores onde desaconselha o consumo de um gelado de manga da marca Pingo Doce devido à “possível presença” de uma substância não permitida na União Europeia. A substância em questão é a goma de alfarroba contaminada, que já tinha sido identificada noutros produtos em Portugal já retirados do mercado pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

Pingo Doce pede devolução do Sorbet de Manga 1000ml

“Foi identificada na Europa a presença de uma substância não permitida pela União Europeia em alguns produtos alimentares”, começa por dizer a nota. “No Pingo Doce apenas foi identificada a possível presença desta substância no Sorbet de Manga 1000ml da marca Pingo Doce com os seguintes lotes: 20200907, 20201008, 20201109, 20201215, 20210202, 20210301, 20210315, 20210416 e 20210513. A nota do Pingo Doce explica ainda que o número de lote está presente na tampa da embalagem. A retirada do mercado é acompanhada também com um pedido de devolução por parte dos clientes que já tenham adquirido o produto: podem entregá-lo em qualquer loja da marca, obtendo o reembolso do valor.

Gelados e queijos de barrar retirados do mercado

No dia 22 de julho, as autoridades portuguesas já tinham identificaram e mandado retirar do mercado nacional gelados e queijos para barrar produzidos com lotes de goma de alfarroba contaminada com um pesticida cancerígeno, revelou na altura fonte da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). A DGAV explicou que os lotes de goma de alfarroba contaminada estavam todos identificados, e que os operadores estavam “a colaborar ativamente” e que as autoridades competentes estavam a verificar o cumprimento das medidas de retirada e recolha impostas.

A A DGAV acrescentou que a goma de alfarroba é um aditivo autorizado em muitos alimentos como estabilizante ou espessante e aconselhou os consumidores a verificarem a lista de ingredientes dos produtos, onde os aditivos estão classificados pela sua função tecnológica (estabilizante ou espessante) e são indicados ou por escrito (goma de alfarroba) ou com o número (E410), e a contactar os locais de compra.

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