Patron, o Jack Russell Terrier que é um herói improvável da guerra da Ucrânia

Patron é um Jack Russell Terrier de dois anos que adora queijo e que tem a função de farejar minas terrestres em Chernihiv, na Ucrânia.

Patron, o Jack Russell Terrier que é um herói improvável da guerra da Ucrânia

Patron, o Jack Russell Terrier que é um herói improvável da guerra da Ucrânia

Patron é um Jack Russell Terrier de dois anos que adora queijo e que tem a função de farejar minas terrestres em Chernihiv, na Ucrânia.

A invasão da Ucrânia pela Rússia tem dado origem a um vasto conjunto de notícias que vão da tragédia à emoção. A mais recente tem como protagonista um herói improvável. Falamos de Patron (que pode ser traduzido para Bala em português), um Jack Russell Terrier de dois anos. Que é visto como um dos heróis da guerra. Vestido com um colete militar ucraniano, o cão tem como missão detetar minas terrestres russas perto de Chernihiv.

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A imagem começou por ser partilhada no fórum Dogs With Jobs (cães com trabalhos) no Reddit, mas rapidamente se tornou viral. Sendo alvo de cada vez mais partilhas no mundo virtual. É referido que o herói de quatro de patas gosta de queijo, tal como de farejar minas terrestres. A imagem em que Patron aparece a olhar para uma mina deu origem aos mais diversos comentários. Todos de pessoas que ficaram rendidas ao animal.

A verdade é que a utilização de cães para esta função é algo bastante comum. Pois os animais têm a capacidade de farejar o odor de explosivos e de outros produtos químicos que são libertados das armas. Sendo que existem raças que acabam por desempenhar este cargo com melhores resultados do que outras. Em muitos casos são até melhores do que as equipas humanas. Até porque o centro olfativo no cérebro dos cães é perto de 40 vezes maior, em proporção, do que nos humanos.

O uso de cães na deteção de minas é algo que teve início na Segunda Guerra Mundial. Mas algo que só passou a ser mais frequente nos últimos anos. Estima-se que existam mais de 750 cães, distribuídos por 23 países, a trabalharem em programas de desminagem humanitária.

Texto: Bruno Seruca; Fotos: DR

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