Mulher deixa padrasto violar a filha por acreditar que «tinha o demónio dentro dela»

Mãe está a ser acusada de forçar a filha a ter relações com o namorado. A mulher alega que a filha «tinha o demónio no corpo» e que a violação seria a cura.

Mulher deixa padrasto violar a filha por acreditar que «tinha o demónio dentro dela»

Mãe está a ser acusada de forçar a filha a ter relações com o namorado. A mulher alega que a filha «tinha o demónio no corpo» e que a violação seria a cura.

Uma mulher argentina está a ser acusada de ter ajudado o namorado a violar ao longo de seis anos. Acreditava que a filha, de apenas oito anos, «tinha o demónio no corpo». Foi detida e os crimes, depois de terem sido tornado públicos, levaram o violador a fugir e a ser procurado pela Interpol. O padrasto, alegadamente, abusava da criança na casa do casal em Buenos Aires, Argentina. O sexo «ia ajudar a livrar a criança» de espíritos malignos, de acordo com a mãe da criança. A vítima acabou por engravidar no início da adolescência, mas foi obrigada pelo casal a abortar no Paraguai. Os abusos começaram quando a menina tinha apenas oito anos e só em 2015, com a ajuda da avó, foram denunciados.

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Mulher facilitava a violação. «Abria-me as pernas e batia-me com um cinto»

A vítima, agora com 17 anos, disse em tribunal como tudo ocorreu. «Ele estava sempre bêbedo. Nunca gostei dele. Ele dizia à minha mãe que eu tinha um demónio no corpo e ela começou a acreditar nisso», testemunhou a adolescente. «A minha mãe acordava-me e dizia-me que eu tinha de fazer coisas com ele. Eu não queria, claro», chora. Os pormenores tornam-se ainda mais arrepiantes. Quando a jovem conta que enquanto o padrasto a violava a mãe batia lhe com um cinto. «Antes de eu ir dormir, ele dizia-me “não adormeças”. “Sabes o que ainda tens de fazer”.» Para facilitar o violador, a mulher «abria minhas» à filha e batia-lhe «com um cinto», descreve a rapariga, recordando o que lhe aconteceu desde os oito anos.

Com a ajuda da avó, jovem conseguiu reportar a situação à Polícia

A adolescente conta que foi com a ajuda da avó que conseguiu reportar a situação à Polícia. E que foi ela quem a acompanhou nas avaliações ginecológicas e psicológicas. «Eu tinha de fazer coisas. Havia alturas que ele me tinha a noite toda. Às vezes usava preservativos, outras não.» A mãe da adolescente enfrenta 14 anos de condenação na prisão feminina Ezeiza, em Buenos Aires.

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