Manifestação de elementos das forças de segurança encerra trânsito no centro de Lisboa

A manifestação dos elementos das forças de segurança pertencentes ao movimento Zero, que decorre desde o final a manhã, quando se concentraram junto à Assembleia da República, já levou ao encerramento do trânsito no centro de Lisboa.

Manifestação de elementos das forças de segurança encerra trânsito no centro de Lisboa

Manifestação de elementos das forças de segurança encerra trânsito no centro de Lisboa

A manifestação dos elementos das forças de segurança pertencentes ao movimento Zero, que decorre desde o final a manhã, quando se concentraram junto à Assembleia da República, já levou ao encerramento do trânsito no centro de Lisboa.

Após se deslocarem já durante a tarde do parlamento para o Ministério da Administração Interna, reuniram-se cerca de 10 minutos na Praça do Comércio (eram cerca 17:20), tendo depois continuado a desfilar pela Rua do Ouro, Rossio, Avenida da Liberdade, onde a polícia foi obrigada a cortar o trânsito, constatou a Lusa no local.

Fonte da PSP disse à Lusa que o Comando Metropolitano de Lisboa vai apresentar uma queixa ao Ministério Público, uma vez que a manifestação estava apenas autorizada para ser realizada junto do parlamento.

Ao longo do percurso desde o parlamento, gritaram palavras de ordem como “Zero”, “Cabrita rua”, referindo-se ao ministro da Administração Interna, a quem também foram dirigidos vários insultos.

Os manifestantes exigem a atribuição do subsídio de risco e a atualização salarial.

Com o lema “hora de agir – unidos somos a tempestade que os atormenta!” a concentração é organizada pelo movimento inorgânico Zero, que surgiu nas redes sociais, e que congrega elementos da PSP e da GNR.

Entre os principais problemas que os elementos das forças de segurança está a atribuição do subsídio de risco que o Governo prometeu até ao final do mês de junho e a atualização dos índices remuneratórios das tabelas salariais.

Nesta concentração estão ainda presentes alguns dirigentes dos sindicatos menos representativos da PSP.

CMP // ZO

By Impala News / Lusa

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