Mais de 400 operacionais combatem incêndio que deflagrou sábado na Guarda

Mais de 400 operacionais combatiam esta madrugada o incêndio que deflagrou na tarde de sábado no concelho da Guarda e levou à evacuação da praia fluvial de Aldeia Viçosa e da povoação de Soida

Mais de 400 operacionais combatem incêndio que deflagrou sábado na Guarda

Mais de 400 operacionais combatem incêndio que deflagrou sábado na Guarda

Mais de 400 operacionais combatiam esta madrugada o incêndio que deflagrou na tarde de sábado no concelho da Guarda e levou à evacuação da praia fluvial de Aldeia Viçosa e da povoação de Soida

De acordo com as informações disponíveis no ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, à 01:00 estavam a combater o fogo 422 operacionais, apoiados por 118 viaturas.

Pelas 22:00, o comandante dos Bombeiros Voluntários da Guarda, António Pereira, disse à Lusa que existiam duas frentes ativas, uma para Mizarela e a outra para Vila Cortês, mas que começavam “a ceder” ao combate.

“As chamas já começam a ceder ao combate, mas ainda nos espera uma noite de muito trabalho e tudo vai depender do vento e das direções que possa tomar ou da sua própria força. O incêndio não está controlado”, afirmou António Pereira.

O comandante explicou que, das duas frentes ativas do incêndio em Aldeia Viçosa, no concelho e distrito da Guarda, a “do lado direito, em Mizarela” não era na altura possível combater, já que se encontrava numa zona onde os operacionais não conseguiam chegar.

“Tem de se esperar por uma janela de oportunidade para continuar o combate, mas já baixou a intensidade”, salientou.

Relativamente à frente do lado esquerdo, “virada para Vila Cortês [do Mondego]”, o comandante adiantou que continuava “mais ativa, mas a ceder ao combate”.

“Agora é esperar que continue a ceder e que o vento não vire [de direção]”, disse.

O alerta em Aldeia Viçosa foi dado pelas 15:36 de sábado e, quase de imediato, foram evacuadas a praia fluvial de Aldeia Viçosa e a povoação de Soida.

Pelas 19:40, o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, chegou a dizer à agência Lusa que o incêndio, que teve “uma propagação muito rápida”, estava “descontrolado”.

Também em declarações à Lusa no sábado, o comandante regional do Centro da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, António Ribeiro, explicou que “este incêndio é totalmente independente do outro que esteve ativo ao longo da semana” na serra da Estrela.

Esse incêndio deflagrou na madrugada do dia 06 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, e as chamas estenderam-se depois ao distrito da Guarda, nos municípios de Manteigas, Gouveia, Guarda e Celorico da Beira.

A proteção civil deu o fogo como dominado pelas 23:36 de sexta-feira e, no sábado, apontou que “poderá ser declarado como completamente extinto” em “mais um ou dois dias”.

Hoje, pela 01:00, continuavam no terreno no perímetro deste fogo 988 operacionais, apoiados por 292 veículos.

VAM (IYN) // VQ

By Impala News / Lusa

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