Graça Freitas refere a atual situação em Portugal: «Estamos no ponto de equilíbrio»

A diretora-geral da Saúde afirmou que «temos andado no planalto, com alguma tendência de decrescente, mas ainda é cedo para dizermos. Estamos no ponto de equilíbrio».

Graça Freitas refere a atual situação em Portugal: «Estamos no ponto de equilíbrio»

om mais 371 casos registados, Portugal identificou até agora 22353 pessoas com Covid-19.

Na conferência de imprensa desta quinta-feira, Graça Freitas começou por explicar o que significa o índice R — o número de pessoas que cada doente com Covid-19 infeta. «Quanto maior é o R, maior será a capacidade de a curva subir exponencialmente».

A diretora-geral da Saúde afirmou que em Portugal o R é de 1 e o objetivo é baixar esta referência e aplanar a curva, acrescentando que este é um dos indicadores, mas não é o único. «Estamos equilibrados, em algumas regiões acima de um, noutras ligeiramente abaixo. Por isso, temos andado no planalto, com alguma tendência decrescente, mas ainda é cedo para o dizermos. Estamos no ponto de equilíbrio».

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Graça Freitas frisou ainda que não «há números mágicos» e existem diversos critérios que nos dizem «qual a tendência da epidemia ao longo das semanas». Exemplo da capacidade dos países de motorizar a curva e a capacidade dos Sistema Nacional de Saúde. É também destes fatores que dependemos para ter sucesso, ou não, quando forem aliviadas as medidas de restrição anunciadas para maio. «Toda a gente sabe que temos de conciliar a questão sanitária com questão social e económica”, frisou, admitindo estar atenta ao que se vai passando em vários países da Europa que já estão a retomar, de forma gradual, as suas atividades.

«Estar num lar não é uma fatalidade»

Relativamente às mortes em lares, que correspondem a quase metade dos óbitos por covid-19 na Europa, o que levou o diretor regional da Organização Mundial de Saúde, que considerar estar-se a viver uma “tragédia humana inimaginável” neste setor, a diretora-geral da Saúde anunciou os números. «Foram registados 327 óbitos. Na zona norte há 180 mortes; 106 na região centro, 39 em Lisboa Vale do Tejo, 1 no Alentejo e 1 no Algarve. «Estar num lar não é uma fatalidade», voltou a sublinhar e acrescentou:  «A maior parte das pessoas que adoeceu em lares está recuperada».

Segundo os dados do boletim epidemiológico revelado esta quinta-feira pela Direção-Geral de Saúde, morreram 35 pessoas nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas mortais para 820. Com mais 371 casos registados, Portugal identificou até agora 22353 pessoas com Covid-19.

O número de casos confirmados de Covid-19 continua a subir. Regista-se um aumento de 1,7% por cento face ao dia anterior.Há 1095 internados, dos quais 204 em cuidados intensivos. Existem ainda 193.447 casos não confirmados.

Texto: Carla S. Rodrigues

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