Governo quer bancos angolanos com videovigilância ligada ao Ministério do Interior

O secretário de Estado do Interior para o Asseguramento Técnico mostrou hoje preocupação com os assaltos violentos ocorridos à saída de bancos em Luanda, recomendando às instituições que instalem sistemas de videovigilância ligados ao Ministério do Interior (Minint).

Governo quer bancos angolanos com videovigilância ligada ao Ministério do Interior

Governo quer bancos angolanos com videovigilância ligada ao Ministério do Interior

O secretário de Estado do Interior para o Asseguramento Técnico mostrou hoje preocupação com os assaltos violentos ocorridos à saída de bancos em Luanda, recomendando às instituições que instalem sistemas de videovigilância ligados ao Ministério do Interior (Minint).

Num encontro com responsáveis das instituições bancárias e empresas privadas de segurança, Salvador Rodrigues considerou que o Minint precisa de estar “mais próximo” e defendeu, segundo uma nota à comunicação social, que as agências bancárias devem instalar um sistema de CCTV que será conectado ao ministério.

O secretário de Estado do Interior admitiu que é responsabilidade dos órgãos do ministério garantir a segurança de pessoas e bens, mas acrescentou que os bancos e as empresas privadas devem assegurar-se de que os clientes realizem as operações com segurança, aconselhando-os a recorrer às forças policiais para levantar somas avultadas de valores.

Salvador Rodrigues adiantou ainda que o Minint tem estado a trabalhar na legislação, “no sentido de aferir os requisitos que as empresas de segurança devem obedecer” para desenvolver as suas atividades e assegurou que o governo vai “tomar medidas que se impõem, de modo a desencorajar a prática de assaltos à saída dos bancos e não só”.

Por outro lado, referiu que as empresas de segurança e os bancos devem ser rigorosos no processo de admissão do seu pessoal.

O governante alertou ainda para que não permitam que, no interior das dependências bancárias, permaneçam cidadãos sem atendimento por longo período de tempo, “pois, estes podem ser àqueles que se colocam a observar os movimentos” de quem entra e sai, para “fins inconfessos”.

RCR // LFS

By Impala News / Lusa

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