Empresa que explora ferrovia no norte de Moçambique anuncia novas tarifas para passageiros

A empresa Corredor de Desenvolvimento do Norte (CDN) de Moçambique anunciou um aumento do valor dos bilhetes de comboio para passageiros devido à subida dos custos de operação.

Empresa que explora ferrovia no norte de Moçambique anuncia novas tarifas para passageiros

Empresa que explora ferrovia no norte de Moçambique anuncia novas tarifas para passageiros

A empresa Corredor de Desenvolvimento do Norte (CDN) de Moçambique anunciou um aumento do valor dos bilhetes de comboio para passageiros devido à subida dos custos de operação.

Numa nota distribuída à comunicação social, a CDN indica que a subida dos preços de combustíveis e dos custos de operação contribuíram para o aumento da tarifa, que entrou em vigor no princípio deste mês.

Na nova tabela, a viagem de Nampula para Cuamba passa de 230 meticais (3 euros) para 320 meticais (4,8 euros) na classe económica e de 670 meticais (10 euros) para 940 meticais (14 euros) para classe executiva.

No percurso entre Cuamba-Lichinga, na nova tarifa, o bilhete na classe económica sai de 205 meticais (5 euros) para 285 meticais (4 euros) e, na classe executiva, passa dos 525 meticais (7 euros) para 735 meticais (11 euros).

Os preços para os passageiros que saem de Cuamba para Entre Lagos saem de 65 meticais (0,65 cêntimos de euros) para 90 meticais (1,3 euro) na classe económica e 150 meticais (2,2 euros) para 210 meticais (3,1), na classe executiva. 

O Corredor de Desenvolvimento do Norte é uma sociedade constituída e registada em Moçambique para a gestão, reabilitação e exploração comercial de forma integrada das infraestruturas do porto de Nacala [na província de Nampula] e da rede ferroviária do norte de Moçambique.

A extração de carvão na região de Tete tornou viável a construção da ferrovia de 912 quilómetros, incluindo 200 que atravessam o território do Maláui, e um terminal portuário de águas profundas em Nacala.

Atualmente, a linha permite transportar todo o tipo de cargas e passageiros – nomeadamente até Lichinga, capital da província do Niassa, a mais remota de Moçambique.

EYAC // JH

By Impala News / Lusa

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