Wall Street fecha em alta com Nasdaq a fixar mais um recorde, o 30.º do ano

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, com um novo recorde do tecnológico Nasdaq e os investidores na expectativa dos resultados das negociações no Congresso sobre novas ajudas às famílias e empresas norte-americanas.

Wall Street fecha em alta com Nasdaq a fixar mais um recorde, o 30.º do ano

Wall Street fecha em alta com Nasdaq a fixar mais um recorde, o 30.º do ano

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, com um novo recorde do tecnológico Nasdaq e os investidores na expectativa dos resultados das negociações no Congresso sobre novas ajudas às famílias e empresas norte-americanas.

Os resultados definitivos da sessão indicam que o Dow Jones Industrial Average valorizou 0,62%, para os 26.828,47 pontos, encerrando a subir pela terceira sessão consecutiva.

Da mesma forma, o Nasdaq progrediu 0,35%, para as 10.941,17 unidades, fixando o 30.º recorde no que vai do ano, e o índice alargado S&P500 ganhou 0,36%, para as 3.306,51.

“Parece que as coisas começam a progredir em Washington com vista a um plano de relançamento” da economia, disse Peter Cardillo, responsável pela estratégia de mercado na Spartan Capital Securities.

Republicanos e democratas prosseguiram hoje as suas discussões para procurar um acordo sobre uma nova ajuda aos milhões de norte-americanos desempregados, às empresas e às coletividades locais em dificuldade.

A presidente democrata da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, e do chefe da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, reuniram-se à tarde com membros do Governo, como o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Os principais títulos do setor da tecnologia, que têm estado na base da valorização bolsista nas últimas semanas, conduzindo o Nasdaq a níveis inéditos, conheceram hoje uma sessão mitigada.

Enquanto subiam Amazon (0,87%), Apple (0,67%) e Netflix (+2,21%), pelo contrário, Facebook (-0,85%), a holding da Google, Alphabet (-0,64%) e sobretudo a Microsoft (-1,50%) desceram.

O título da Microsoft sofreu com a confusão em torno da eventual compra que faça da rede social TikTok, propriedade do grupo chinês ByteDance.

A Casa Branca, que se opunha à aquisição da TikTok por um grupo norte-americano e ameaçou banir a plataforma dos EUA, mudou de posição, mas passou a exigir que o Departamento do Tesouro receba parte da verba do negócio.

RN // SR

By Impala News / Lusa

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