Wall Street fecha com os seus índices mais emblemáticos em níveis recorde

Os três principais índices da bolsa nova-iorquina fecharam hoje em níveis recorde, apesar de sinais contraditórios na frente das negociações comerciais sino-norte-americanas.

Wall Street fecha com os seus índices mais emblemáticos em níveis recorde

Wall Street fecha com os seus índices mais emblemáticos em níveis recorde

Os três principais índices da bolsa nova-iorquina fecharam hoje em níveis recorde, apesar de sinais contraditórios na frente das negociações comerciais sino-norte-americanas.

Os resultados definitivos da sessão de Wall Street indicam que o seletivo Dow Jones Industrial Average ganhou 0,11%, para os 28.036,22 pontos.

Da mesma forma, o tecnológico Nasdaq avançou 0,11%, para as 8.549,94 unidades, e o alargado S&P500 progrediu 0,05%, para as 3.122,03.

Não obstante, os investidores estiveram a digerir os últimos rumores sobre o conflito comercial entre chineses e norte-americanos.

Se o otimismo predominou durante o fim de semana, com as afirmações consideradas encorajadoras do conselheiro económico da Casa Branca, Larry Kudlow, arrefeceu depois com a cadeia televisiva CNBC a indicar que Pequim estava pessimista em relação à assinatura de um acordo.

A China teria manifestado a sua deceção com a recusa do Presidente norte-americano, Donald Trump, em apoiar o levantamento das taxas alfandegárias punitivas sobre as importações chinesas.

“Não podemos falar verdadeiramente de ganhos sólidos”, considerou Maris Ogg, da Tower Bridge Advisors, a propósito das variações bolsistas de hoje.

“Os operadores do mercado dão-se conta de que não podem esperar grande coisa em relação ao acordo comercial. Já estão céticos em relação ao que a ‘fase 2’ do acordo possa significar”, acrescentou esta analista.

Trump anunciou em outubro que os EUA e a China estavam próximos de um acordo comercial “de fase 1”, mas nunca foi adiantada qualquer data oficial para a assinatura deste texto.

“Os EUA não fizeram qualquer concessão sobre as tarifas (alfandegárias). Como sinal de ‘boa-fé’, é possível que não imponham as tarifas suplementares previstas para 15 de dezembro. Ma, em todo o caso, os chineses vão continuar a arrastar os pés”, previu Ogg.

Segundo esta analista de mercado, o sentimento dos operadores de mercado é globalmente positivo com a aproximação da designada ‘Black Friday’, na próxima sexta-feira, que marca o lançamento não oficial das compras para as festas de fim de ano nos EUA.

RN // SR

By Impala News / Lusa

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