“Tudo o que é combatido ‘offline’ tem de ser combatido ‘online'”

O secretário-geral da associação de operadores de comunicações Apritel, Pedro Mota Soares, defendeu hoje, no âmbito da transposição da diretiva dos direitos de autor, que “tudo o que é combatido ‘offline’ tem que ser combatido ‘online'”.

“Tudo o que é combatido ‘offline’ tem de ser combatido ‘online'”

O secretário-geral da associação de operadores de comunicações Apritel, Pedro Mota Soares, defendeu hoje, no âmbito da transposição da diretiva dos direitos de autor, que “tudo o que é combatido ‘offline’ tem que ser combatido ‘online'”.

Pedro Mota Soares falava na conferência parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto sobre “Direitos de Autor e Direitos Conexos na Era Digital”, em Lisboa.

“Este é um debate absolutamente fundamental” para ser feito “neste momento” da transposição da diretiva “que é relativa à proteção dos direitos de autor numa Era que é digital, por isso, o nosso princípio tem de ser simples e objetivo: tudo o que é proibido ‘offline’ tem que ser proibido ‘online’, tudo o que é combatido ‘offline’ tem que ser combatido ‘online'”, afirmou.

Atualmente, “um dos grandes desafios que temos pela frente é perceber como é que podemos combater a pirataria informática que está a tirar tantos recursos ao nosso país”, apontou o secretário-geral da Apritel.

O responsável destacou ainda o impacto anual sobre a economia portuguesa da pirataria de cerca de 200 milhões de euros, dos quais o Estado perde “66 milhões de euros por ano” em impostos, IVA, IRC e IVA.

“Toda a cadeia de valor perde”, rematou.

ALU // EA

By Impala News / Lusa

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