Tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% até setembro

O tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% nos primeiros nove meses deste ano, tendo ultrapassado o “máximo histórico” nos meses de verão, segundo informação enviada hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% até setembro

Tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% até setembro

O tráfego na Brisa Concessão Rodoviária aumentou 4,1% nos primeiros nove meses deste ano, tendo ultrapassado o “máximo histórico” nos meses de verão, segundo informação enviada hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

A Brisa informa em comunicado que o aumento de 4,1% no tráfego até setembro foi “suportado por um crescimento orgânico de 4,7%” e, “durante os meses de verão, o tráfego ultrapassou o seu máximo histórico”, com um crescimento orgânico de 2,9%.

De acordo com a empresa, o tráfego foi “negativamente influenciado” por vários fatores, nomeadamente, efeito de calendário, greve dos motoristas de veículos pesados, em agosto, e interrupção de tráfego na A1 em setembro, devido a fogos florestais na região.

No conjunto, o impacto destes fatores foi negativo em 1,4%, informa a empresa.

No segundo trimestre, o crescimento do tráfego tinha sido de 6,3%, após o aumento de 5,6% nos primeiros três meses do ano.

No documento enviado à CMVM, a Brisa revela ainda que todas as autoestradas registaram um crescimento positivo de TMD [Tráfego Médio Diário] nos primeiros nove meses do ano, “conforme se tem verificado nos últimos anos”.

O TMD nos primeiros nove meses deste ano foi de 25.916 veículos, de acordo com a concessionária, um valor superior aos 25.530 veículos registados em igual período de 2018.

Do total do tráfego contabilizado, 94,4% foi de veículos ligeiros e 5,6% de pesados. Em termos de evolução, os pesados cresceram mais, 6%, enquanto os ligeiros aumentaram 4% em TMD no período em análise.

A A1 é a concessão que mais peso tem na circulação da Brisa, com 45% do total, seguida da A2, com 18,5%.

ECR // MSF

By Impala News / Lusa

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