Saldo da dívida direta do Estado diminui 1,6% em abril para 270.038 ME

O saldo da dívida direta do Estado diminuiu 1,6% em abril face a março para 270.038 milhões de euros, divulga a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública.

Saldo da dívida direta do Estado diminui 1,6% em abril para 270.038 ME

Saldo da dívida direta do Estado diminui 1,6% em abril para 270.038 ME

O saldo da dívida direta do Estado diminuiu 1,6% em abril face a março para 270.038 milhões de euros, divulga a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública.

Lisboa, 24 mai 2021 (Lusa) — O saldo da dívida direta do Estado diminuiu 1,6% em abril face a março para 270.038 milhões de euros, de acordo com a informação divulgada hoje pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública — IGCP.

“Em 30 de abril de 2021, o saldo da dívida direta do Estado cifrou-se em 270.038 milhões de euros, diminuindo 1,6% face a março de 2021”, refere a nota do IGCP, adiantando que esta variação ficou, sobretudo, a dever-se à redução do saldo de Obrigações do Tesouro (OT), “explicado pela amortização da OT 3,85% ABR 2021, que superou o montante emitido da OT 0,3% OUT 2031 (com o valor nominal de 4.000 milhões de euros)”.

A explicar aquela variação esteve ainda, segundo adianta a mesma publicação, o aumento do saldo de Bilhetes do Tesouro (BT), pela realização de dois leilões de BT, nos montantes de “451 milhões de euros (na linha a três meses BT 16JUL2021) [com maturidade em julho de 2021] e de 804 milhões euros (na linha a 11 meses BT 18MAR2022) [com maturidade em março de 2022]”.

A diminuição registada deve-se ainda à redução dos saldos dos Certificados Especiais de Dívida de Curto Prazo (CEDIC) e dos Certificados Especiais de Dívida de Médio e Longo Prazo (CEDIM) em, respetivamente, 995 milhões e 354 milhões de euros.

Já os saldos de Certificados de Aforro (CA) e dos Certificados do Tesouro (CT), registaram aumentos de, respetivamente, 16 milhões de euros e de 15 milhões de euros, respetivamente.

“As contrapartidas das contas margem recebidas no âmbito de derivados financeiros registaram uma diminuição de 112 milhões pela entidade liderada por Cristina Casalinho, adiantando que, “adicionalmente, o stock de dívida diminuiu em 118 milhões de euros pelo efeito decorrente das flutuações cambiais da generalidade dos instrumentos de dívida denominados em moeda não euro avaliados ao câmbio do último dia de abril”.

O IGCP conclui que “incorporando o efeito cambial favorável da cobertura de derivados, correspondente ao valor nocional dos ‘swaps’ de cobertura de capital, que ascendeu a 377 milhões de euros em março, o valor total da dívida após cobertura cambial situou-se em 269.661 milhões de euros, diminuindo em 1,5% face ao mês precedente”.

LT // MSF

By Impala News / Lusa

Impala Instagram


RELACIONADOS