Presidente da República promete receber grupo de lesados do BES/Novo Banco em Belém

Marcelo Rebelo de Sousa prometeu procurar “uma solução” para uma situação que disse compreender que os faça sentir “isolados e desesperados”.

Presidente da República promete receber grupo de lesados do BES/Novo Banco em Belém

Presidente da República promete receber grupo de lesados do BES/Novo Banco em Belém

Marcelo Rebelo de Sousa prometeu procurar “uma solução” para uma situação que disse compreender que os faça sentir “isolados e desesperados”.

Porto, 23 mar (Lusa) – O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, prometeu hoje receber em Belém os lesados do BES/Novo Banco para procurar “uma solução” para uma situação que disse compreender que os faça sentir “isolados e desesperados”.

“Um dia qualquer é bom senhor Presidente”, disse Jorge Novo, um dos lesados do BES/Novo Banco em resposta a Marcelo Rebelo de Sousa quando este lhe perguntava em que dia o grupo queria ir a Lisboa “conversar um pouco”.

O Presidente das República foi hoje recebido no Porto, onde participa na conferência “O Sistema de Saúde para o Cidadão”, por um grupo de lesados do BES/Novo Banco, ao qual se dirigiu antes de entrar no evento.

“Então vão ligar-lhes para combinar um dia que vos dê jeito para irem e virem”, prometeu Marcelo Rebelo de Sousa perante o grupo que se apresentou com tambores, buzinas, campainhas, faixas com as palavras “Vergonha”, “Roubo” e “Vigarice”, caixas pretas a simular urnas e bandeiras pretas num protesto ruidoso.

Já, quando caminhava em direção à Reitoria da Universidade do Porto onde decorre a conferência e antes de se aproximar de um grupo de enfermeiros que também o esperava para expor as suas reivindicações, Marcelo Rebelo de Sousa disse aos jornalistas que compreende a situação do grupo de lesados.

“Compreende-se. Eles estão a lutar por uma causa que é sua e ficaram poucos que não aderiram ao acordo e se sentem isolados. Não quero dizer desesperados, mas sentem-se [assim]. Vamos ver [o que será possível fazer] porque 98 ou 99% aceitaram o acordo. Mas há 1 ou 2% que não aceitaram. Temos de perceber se ainda é possível tentar um acordo nesta fase”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

PYT/CCM // JNM

By Impala News / Lusa

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