Portugal não pode ficar sujeito a restrições de Bruxelas, diz CGTP

A secretária-geral da CGTP defendeu hoje, em Lisboa, que Portugal não pode “ficar submetido” às restrições da Comissão Europeia no que concerne aos apoios para fazer face à crise, exigindo a mudança das prioridades que “não servem” o país.

Portugal não pode ficar sujeito a restrições de Bruxelas, diz CGTP

Portugal não pode ficar sujeito a restrições de Bruxelas, diz CGTP

A secretária-geral da CGTP defendeu hoje, em Lisboa, que Portugal não pode “ficar submetido” às restrições da Comissão Europeia no que concerne aos apoios para fazer face à crise, exigindo a mudança das prioridades que “não servem” o país.

A secretária-geral da CGTP defendeu hoje, em Lisboa, que Portugal não pode “ficar submetido” às restrições da Comissão Europeia no que concerne aos apoios para fazer face à crise, exigindo a mudança das prioridades que “não servem” o país.

“Sabemos que os fundos colocados pela União Europeia para os Estados-membros recuperarem estão sujeitos a condicionalismos […] e restrições. O Governo tem que decidir o que é necessário para o desenvolvimento do país, não pode ficar submetido a estas restrições que nos são impostas”, afirmou Isabel Camarinha, em declarações à Lusa, durante a concentração organizada pela intersindical, em Lisboa.

Conforme sublinhou a sindicalista, não se pode aceitar que os fundos excluam “áreas necessárias e imprescindíveis”, por isso, os trabalhadores “exigem a mudança destas opções de submissão”.

Apesar de reconhecer que as medidas levadas a cabo pelo executivo trouxeram “alguma melhoria” para os trabalhadores”, a líder da central sindical notou que são ainda insuficientes e, maioritariamente, direcionada para os grandes grupos.

Cerca de quatro centenas de pessoas concentraram-se hoje no Cais do Sodré, em Lisboa, pelas 15:00, tendo seguido em direção à Assembleia da República.

Os trabalhadores empunhavam faixas da intersindical, onde se liam frases de ordem como: “Por um Portugal com futuro” ou “Queremos estabilidade”.

Vários manifestantes transportavam ainda seringas de imitação, apelando à sindicalização.

 

 

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