Plano para incentivar o turismo doméstico em Macau injeta 5,9 ME na economia

O plano para incentivar o turismo doméstico em Macau injetou mais de 56 milhões de patacas (5,9 milhões de euros) na economia local desde que foi lançado em junho, anunciaram hoje as autoridades.

Plano para incentivar o turismo doméstico em Macau injeta 5,9 ME na economia

Plano para incentivar o turismo doméstico em Macau injeta 5,9 ME na economia

O plano para incentivar o turismo doméstico em Macau injetou mais de 56 milhões de patacas (5,9 milhões de euros) na economia local desde que foi lançado em junho, anunciaram hoje as autoridades.

O programa “Vamos! Macau! Excursões Locais” contou com cerca de 140 mil participantes e até ao final de setembro foram realizadas mais de 4.300 excursões um pouco por todo o território, detalhou a Direção dos Serviços de Turismo (DST) em comunicado.

O plano de turismo doméstico “Vamos Macau”, contempla 25 roteiros, 13 comunitários e 12 de lazer, com os residentes a receberem 560 patacas (62 euros) caso participem em duas excursões.

Dos 56 milhões de patacas (5,9 milhões de euros) injetados na economia 38 milhões de patacas (quatro milhões de patacas) foram derivados dos subsídios para participação nas excursões, e cerca 17 milhões de patacas (1,8 milhões de patacas) em consumo.

“O programa contou com a participação de 151 agências de viagens no providenciamento das excursões locais, a par de 445 guias turísticos e 508 motoristas de Macau, contando também com 501 autocarros turísticos, seis autocarros turísticos com topo aberto e um autocarro turístico com espaço para cadeira de rodas”, lê-se na mesma nota.

Após a reabertura dos vistos individuais e de grupo da China continental para o território no dia 23 de setembro, suspensos desde o início da pandemia, o setor turístico e do jogo esperava que a semana em torno das celebrações do Dia Nacional da China (a chamada “Semana Dourada”) pudesse ajudar as perdas na capital mundial do jogo, em crise devido às restrições fronteiriças e à ausência de turistas.

Macau registou o primeiro caso da covid-19 no território em 22 de janeiro e, desde então, a sua economia, altamente dependente do turismo, encontra-se praticamente paralisada, com as autoridades a procurarem a via do consumo interno para alavancar a economia, que no primeiro semestre ‘encolheu’ 58,2%, em comparação com o período homólogo de 2019.

MIM // VM

By Impala News / Lusa

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