Ncondezi Energy submete novo estudo sobre futura central elétrica a carvão em Moçambique

A empresa Ncondezi Energy submeteu à Eletricidade de Moçambique (EDM) um estudo que avalia opções de transmissão de energia para o projeto de construção de uma central elétrica movida à carvão em Tete, no centro do país, anunciou a companhia em comunicado.

Ncondezi Energy submete novo estudo sobre futura central elétrica a carvão em Moçambique

Ncondezi Energy submete novo estudo sobre futura central elétrica a carvão em Moçambique

A empresa Ncondezi Energy submeteu à Eletricidade de Moçambique (EDM) um estudo que avalia opções de transmissão de energia para o projeto de construção de uma central elétrica movida à carvão em Tete, no centro do país, anunciou a companhia em comunicado.

“É um passo fantástico termos submetido a versão final do Estudo de Integração Sobre Transmissão à EDM para revisão’, disse Hanno Pengilly, diretor executivo da Ncondezi, citado no comunicado enviado à comunicação social.

O documento submetido pela empresa à EDM avalia as opções existentes para a transmissão de energia a partir de projeções feitas com base no atual contexto, refere a empresa.

“Os resultados parecem encorajadores e identificaram diversas otimizações com potencial para melhorar o custo da linha de transmissão, fortalecer a rede e facilitar futuros planos de expansão”, acrescenta.

A Ncondezi tem preparado nos últimos anos, para começar a produzir em 2023, a construção de uma central elétrica a carvão associada a uma mina a céu aberto no distrito de Moatize, que a vai alimentar, e que numa primeira fase deverá garantir ao mercado moçambicano 300 MW de energia, subindo depois para 1.800 MW.

O projeto prevê ainda exportação para a África do Sul e Zimbábue.

A empresa tem entre os acionistas de referência a Africa Finance Corporation (19.48%) e a empresa polaca Polenergia (10,31%).

A General Electric e a China Machinery Engineering Corporation (CMEC) são os parceiros estratégicos do projeto, com um leque de obras realizadas no setor da energia.

EYAC (LFO) // PJA

By Impala News / Lusa

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