Microsoft tem mais de 600 mil utilizadores da plataforma Teams nas escolas em Portugal

A Microsoft conta com mais de 600 mil utilizadores na plataforma de videoconferência Teams nas escolas Portugal e mais de 60% do seu negócio vem da ‘cloud’, disse hoje a diretora-geral da tecnológica, Paula Panarra.

Microsoft tem mais de 600 mil utilizadores da plataforma Teams nas escolas em Portugal

Microsoft tem mais de 600 mil utilizadores da plataforma Teams nas escolas em Portugal

A Microsoft conta com mais de 600 mil utilizadores na plataforma de videoconferência Teams nas escolas Portugal e mais de 60% do seu negócio vem da ‘cloud’, disse hoje a diretora-geral da tecnológica, Paula Panarra.

“Tivemos um aumento de centenas de milhares de utilizadores Teams durante a pandemia nas empresas portuguesas”, afirmou Paula Panarra, num encontro por videoconferência com os jornalistas, a propósito dos 30 anos da Microsoft no mercado português.

“Nas escolas ultrapassámos os 600 mil utilizadores” da plataforma de videoconferência Teams, acrescentou, referindo que para a educação, esta ferramenta “é sempre gratuita”.

Paula Panarra não avançou dados concretos do número de utilizadores global do Teams em Portugal, uma vez que não é política da Microsoft desagregar dados regionais, mas avançou que esta plataforma de videoconferência lidera no mercado português.

“A plataforma Teams tem a maior penetração” em Portugal, afirmou.

A diretora-geral salientou que se assistiu a “um ‘boom’ [na utilização do Teams] nas primeiras semanas” da pandemia em Portugal, que assolou o país em março último.

A plataforma Teams “foi uma das primeiras iniciativas que lançámos, até a nível global, com a disponibilização durante seis meses, gratuito, para todas as empresas, instituições, entidades públicas”, prosseguiu a responsável, salientando que o aumento foi de “centenas de milhares” de utilizadores.

Isto porque devido ao confinamento, grande parte das empresas funcionou em teletrabalho e o Teams foi uma das ferramentas utilizadas para o trabalho à distância.

“A transformação digital não é sobre tecnologia, é sobre processos, sobre pessoas, essa foi uma realidade durante a pandemia, mas tem de continuar a ser uma realidade”, considerou a diretora-geral.

Atualmente, há “uma aceitação”, até em “empresas mais conservadoras”, de que o trabalho remoto “não só é possível como pode criar mais produtividade e redução de custos. O modelo “híbrido” de trabalho “veio para ficar”, apontou.

Sobre a faturação, Paula Panarra salientou que a subsidiária portuguesa não pode comunicar publicamente os dados, referindo apenas que “mais de 60%” do negócio já vem da ‘cloud’ [armazenamento de dados na nuvem].

Relativamente ao número de colaboradores, a Microsoft Portugal já ultrapassou os 1.100, sendo cerca de 30% mulheres, e um total de cerca de 15 nacionalidades.

“Duplicámos nos últimos quatro anos” o número de colaboradores, disse, acrescentando que o aumento “foi exponencial” naquele período quando comparado com os anteriores 26 anos.

“Temos vindo cada vez mais a fazer a aposta em serviços que possam, a partir de Portugal, ser prestados para todo o mundo”, salientou, justificando o crescimento do número de colaboradores.

A diretora-geral anunciou ainda o regresso do evento “Building The Future” [construir o futuro, em português] em 26, 27 e 28 de janeiro, que irá reunir especialistas sobre o tema “The future is now” [o futuro é agora].

ALU // JNM

By Impala News / Lusa

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