Metro de Lisboa faz 60 anos | “Não há nenhuma derrapagem” nas obras de expansão

O presidente do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa afirma que “não há nenhuma derrapagem” no prazo das obras de expansão desta infraestrutura, prevendo que as duas novas estações Estrela e Santos abram ao público em 2024.

Metro de Lisboa faz 60 anos |

Metro de Lisboa faz 60 anos | “Não há nenhuma derrapagem” nas obras de expansão

O presidente do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa afirma que “não há nenhuma derrapagem” no prazo das obras de expansão desta infraestrutura, prevendo que as duas novas estações Estrela e Santos abram ao público em 2024.

O presidente do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa afirma que “não há nenhuma derrapagem” no prazo das obras de expansão desta infraestrutura, prevendo que as duas novas estações Estrela e Santos abram ao público em 2024. “Lançámos o concurso da expansão em janeiro deste ano […] estamos convictos de que no primeiro semestre de 2020 vamos proceder à sua adjudicação. A partir daí, as coisas correrão conforme previsto, que é iniciarmos as obras no ano que vem [2020], acabarmos em 2023 e abrirmos as novas estações em 2024”, disse o administrador do Metropolitano de Lisboa, Vitor Domingues dos Santos.

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Metropolitano de Lisboa faz 60 anos

No âmbito da cerimónia de lançamento do inteiro postal comemorativo dos 60 anos da abertura ao público do Metropolitano de Lisboa, que teve início em 29 de dezembro de 1959, Vitor Domingues dos Santos referiu que o processo das obras de expansão “está um bocadinho atrasado, porque os concursos públicos têm a sua morosidade natural”, mas mantém-se a estimativa de começar as obras em 2020.

De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), as obras de expansão do Metropolitano de Lisboa, orçadas num total de 210 milhões de euros, vão arrancar no segundo semestre de 2020, quando inicialmente estavam previstas para o primeiro semestre deste ano, segundo o OE2019. As obras de expansão preveem a criação de “um anel envolvente da zona central da cidade (linha Verde), com a abertura de duas novas estações: Estrela e Santos”.

O objetivo é ligar o Rato ao Cais do Sodré, obtendo-se assim uma linha circular a partir do Campo Grande com as linhas Verde e Amarela, passando as restantes linhas a funcionar como radiais – linha Amarela de Odivelas a Telheiras, linha Azul (Reboleira – Santa Apolónia) e linha Vermelha (S. Sebastião – Aeroporto). Presente no lançamento do inteiro postal comemorativo, o secretário de Estado da Mobilidade, Eduardo Pinheiro, defendeu que “o mais importante do que haver atraso ou não haver atraso é que a obra possa terminar nos prazos que estavam previstos”, manifestando-se otimista relativamente ao cumprimento do prazo de execução.

Texto: Lusa

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