Jovens engenheiros moçambicanos beneficiam de formação financiada pela Eni

Um total de 11 jovens moçambicanos vão beneficiar de um programa de formação intensiva na Coreia do Sul, uma iniciativa financiada pela multinacional Eni no âmbito do projeto de exploração de gás natural na Área 4 da bacia do Rovuma.

Jovens engenheiros moçambicanos beneficiam de formação financiada pela Eni

Jovens engenheiros moçambicanos beneficiam de formação financiada pela Eni

Um total de 11 jovens moçambicanos vão beneficiar de um programa de formação intensiva na Coreia do Sul, uma iniciativa financiada pela multinacional Eni no âmbito do projeto de exploração de gás natural na Área 4 da bacia do Rovuma.

O programa de formação tem a duração de seis meses e abrange as mais variadas áreas do petróleo e gás, visando responder à necessidade de profissionais qualificados em Moçambique, refere a Eni em comunicado de imprensa.

O grupo de 11 jovens recém-licenciados viajou na terça-feira para Geoje, na Coreia do Sul, onde estão em curso as atividades de construção da plataforma flutuante que deverá ser usada no projeto de exploração de gás.

Além deste grupo, a multinacional também vai financiar, no final deste mês, os estudos de mais 14 jovens moçambicanos na Tunísia.

Os jovens fazem parte de um total de 40 finalistas que foram recrutados através de campanhas realizadas, em 2019 e 2020, em várias instituições de ensino superior em Maputo e Cabo Delgado.

“Esta iniciativa visa melhorar o conteúdo local e o desenvolvimento de competências dos moçambicanos e faz parte do compromisso da Eni de contribuir para o desenvolvimento social e económico das comunidades e do país onde opera”, conclui a nota.

A petrolífera italiana Eni e a americana ExxonMobil lideram o consórcio de exploração e gás natural da Área 4 da bacia do Rovuma, ao largo da costa de Cabo Delgado, norte de Moçambique.

A Área 4 é operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint venture’ em copropriedade da ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão.

A portuguesa Galp, a Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm cada uma participações de 10%.

A ExxonMobil vai liderar a construção e operação das unidades de produção de gás natural liquefeito e infraestruturas relacionadas em nome da MRV, e a Eni vai liderar a construção e operação das infraestruturas ‘upstream’ (a montante).

EYAC // JH

By Impala News / Lusa

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