Governo brasileiro diz que recuo da economia já se esperava e defende reformas

O ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, disse hoje a queda de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre já era esperado e que a retoma económica está depende das reformas económicas previstas pelo Governo.

Governo brasileiro diz que recuo da economia já se esperava e defende reformas

Governo brasileiro diz que recuo da economia já se esperava e defende reformas

O ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, disse hoje a queda de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre já era esperado e que a retoma económica está depende das reformas económicas previstas pelo Governo.

“As pessoas têm que entender que precisamos das reformas exatamente para retomar o crescimento (…) Nós não vamos fazer truques nem mágicas, vamos fazer reformas, com fundamentos económicos”, disse Paulo Guedes.

O governante também afirmou que houve um otimismo exagerado por parte do mercado financeiro após a eleição de Bolsonaro, provocado pela defesa da “plataforma liberal” do novo Governo que já era defendida na campanha eleitoral.

“O sonho do crescimento está ao alcance das nossas mãos. É só implementar as reformas. Como demorou um pouco a implementação das reformas, as previsões foram revistas para baixo”, afirmou o ministro da Economia brasileiro.

A economia brasileira recuou 0,2% no primeiro trimestre do ano (janeiro a março) face ao último trimestre de 2018, divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o órgão de pesquisas do Governo brasileiro, na comparação com os três primeiros meses do ano passado, o Produto Interno Bruto do Brasil cresceu 0,5%. No acumulado dos quatro trimestres terminados em março de 2019, o PIB do país subiu 0,9%.

Em valores correntes, o PIB brasileiro totalizou 1,714 biliões de reais (cerca de 390 mil milhões de euros na cotação de hoje) no primeiro trimestre de 2019.

Esta foi a primeira queda registada pela economia brasileira desde o 4.º trimestre de 2016, quando o país ainda enfrentava uma grave recessão económica.

CYR // PVJ

By Impala News / Lusa

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