EDP: Acionistas aprovam nova gestão liderada por Miguel Stilwell de Andrade

A assembleia-geral de acionistas da EDP aprovou hoje o novo Conselho de Administração Executivo (CAE) para 2021-2023, liderado por Miguel Stilwell de Andrade, com os mesmos salários que a anterior equipa de António Mexia.

EDP: Acionistas aprovam nova gestão liderada por Miguel Stilwell de Andrade

EDP: Acionistas aprovam nova gestão liderada por Miguel Stilwell de Andrade

A assembleia-geral de acionistas da EDP aprovou hoje o novo Conselho de Administração Executivo (CAE) para 2021-2023, liderado por Miguel Stilwell de Andrade, com os mesmos salários que a anterior equipa de António Mexia.

A assembleia-geral de acionistas da EDP aprovou hoje o novo Conselho de Administração Executivo (CAE) para 2021-2023, liderado por Miguel Stilwell de Andrade, com os mesmos salários que a anterior equipa de António Mexia.

Segundo uma nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os acionistas da EDP presentes na assembleia-geral extraordinária de hoje aprovaram “a eleição dos membros do Conselho de Administração Executivo para o mandato relativo ao triénio 2021-2023”.

O novo CAE tem como presidente executivo Miguel Stilwell de Andrade e conta com Rui Teixeira, Miguel Setas, Vera Pinto Pereira e Ana Paula Marques.

De acordo com a mesma nota, foi ainda aprovada a “prorrogação transitória da atual política de remuneração do Conselho de Administração Executivo e sua aplicação aos membros deste Conselho a eleger para o mandato relativo ao triénio 2021-2023, a vigorar até à realização da Assembleia Geral Anual de 2021”.

Assim, os salários dos administradores mantêm-se iguais aos da equipa anterior – composta por nove elementos em vez dos atuais cinco -, até 14 de abril deste ano, data da assembleia geral anual de acionistas em que podem ser decidas eventuais alterações.

Stilwell de Andrade já tinha assumido a presidência provisória do CAE em julho, na sequência da suspensão de funções de António Mexia, determinada pelo tribunal, na sequência do processo das rendas excessivas.

Do anterior CAE saíram também Teresa Pereira, Martins da Costa, Marques da Cruz e João Manso Neto, antigo presidente executivo da EDP Renováveis, também arguido no caso EDP, suspeito de quatro crimes de corrupção ativa e um de participação económica em negócio, em coautoria com António Mexia.

 

 

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