Crédito novo para a habitação sobe 30,5% até maio e consumo de cimento 10,5% – AICCOPN

Os principais indicadores da produção de habitação continuaram a subir nos primeiros cinco meses de 2021, com o consumo de cimento a aumentar 10,5% em termos homólogos, as licenças habitacionais 20,4% e o novo crédito 30,5%.

Crédito novo para a habitação sobe 30,5% até maio e consumo de cimento 10,5% - AICCOPN

Crédito novo para a habitação sobe 30,5% até maio e consumo de cimento 10,5% – AICCOPN

Os principais indicadores da produção de habitação continuaram a subir nos primeiros cinco meses de 2021, com o consumo de cimento a aumentar 10,5% em termos homólogos, as licenças habitacionais 20,4% e o novo crédito 30,5%.

De acordo com a “Síntese Estatística da Habitação” da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), o novo crédito concedido para aquisição de habitação atingiu 5.883 milhões de euros nos primeiros cinco meses do ano, mais 30,5% do que em igual período de 2020.

No mês de maio, o valor mediano da habitação para efeitos de concessão de crédito bancário apresentou uma valorização de 8,8%, em termos homólogos, com os apartamentos a registarem um acréscimo homólogo de 8,6% e as moradias uma subida de 6,5%, adianta a associação.

As licenças emitidas pelas câmaras municipais para obras de construção ou reabilitação de edifícios habitacionais aumentaram 20,4% nos primeiros cinco meses deste ano face ao mesmo período de 2020.

Em relação aos fogos licenciados em construções novas, a AICCOPN indica que estes aumentaram 15,4% no período em referência.

O consumo de cimento no mercado nacional totalizou 1,58 milhões de toneladas até maio, mais 10,5% do que no mesmo período de 2020.

A AICCOPN indica ainda que na região Centro, “o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses terminados em maio de 2021 totalizou 5.359, que traduz um aumento de 6,8% face aos 5.017 alojamentos licenciados nos doze meses anteriores”.

Destes fogos licenciados em construções novas nos doze meses terminados em maio de 2021, 18,8% são de tipologia T2, 52,7% de tipologia T3 e 17,8% de tipologia T4 ou superior, refere a associação, adiantando que o valor de avaliação bancária na habitação nesta região foi de 3,7% em maio.

MC // EA

By Impala News / Lusa

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