CP e Metropolitano de Lisboa entre as empresas com mais reclamações entre julho e dezembro

A CP – Comboios de Portugal recebeu mais de um quarto das queixas dos utentes dos transportes no segundo semestre de 2018, com 2.891 reclamações, mais 1.041 do que no semestre anterior.

CP e Metropolitano de Lisboa entre as empresas com mais reclamações entre julho e dezembro

CP e Metropolitano de Lisboa entre as empresas com mais reclamações entre julho e dezembro

A CP – Comboios de Portugal recebeu mais de um quarto das queixas dos utentes dos transportes no segundo semestre de 2018, com 2.891 reclamações, mais 1.041 do que no semestre anterior.

A CP – Comboios de Portugal recebeu mais de um quarto das queixas dos utentes dos transportes no segundo semestre de 2018, com 2.891 reclamações, mais 1.041 do que no semestre anterior.

A CP, o Metropolitano de Lisboa, a Transtejo, a Rede Nacional de Expressos (RNE) e a Transportes Sul do Tejo (TST) foram as empresas com mais reclamações entre julho e dezembro, representando 52% do total das reclamações.

De acordo com a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), a CP – Comboios de Portugal liderou com 2.891, seguindo-se a Transtejo, a Rede Nacional de Expressos e a Transportes Sul do Tejo (TST), com 953, 604, 509 e 416, respetivamente. As reclamações dos utentes dos transportes aumentaram 23%, para 10.431, no segundo semestre de 2018 face ao primeiro, atribuindo o regulador parte desta subida à “pressão” exercida sobre os operadores pelo aumento dos utentes do serviço público.

As reclamações na CP aumentaram 56,3% (+1.041) face ao primeiro semestre e as no Metropolitano de Lisboa subiram 12,5%, enquanto no transporte rodoviário aumentaram as reclamações na RNE (+78%), TST (+147,6%), Vimeca Transportes — Viação Mecânica de Carnaxide (+189,7%) e Eva Transportes (+76,5%).

No setor fluvial, o número total de reclamações foi de 760 no segundo semestre, verificando-se uma diminuição de 4,5% (menos 36 reclamações do que no primeiro semestre), apesar do aumento de passageiros transportados, sendo as três empresas mais reclamadas a Transtejo, a Soflusa e a Atlantic Ferries.

Quanto às reclamações relativas à rede nacional de autoestradas, no segundo semestre a Ascendi foi a entidade mais reclamada (com 54,5% do total e um aumento de 28,2% face ao primeiro semestre), seguindo-se a Brisa (com 20,2% do total) e a ViaLivre (com 10,6%).

Do universo de 17 motivos tipificados pela Direção-Geral do Consumidor, mantiveram-se constantes os três principais aspetos reclamados, representativos de 70% do total das reclamações na segunda metade do ano: ‘preços/pagamento/bilheteiras’, ‘cumprimento defeituoso/cumprimento não conforme com o contrato/incumprimento’ e ‘qualidade do atendimento/atendimento deficiente nos estabelecimentos e no atendimento telefónico’.

No segundo semestre de 2018, tal como já tinha acontecido em semestres anteriores, foram enviadas à AMT um total de 35.685 reclamações recebidas (fora do livro de reclamações) diretamente pelos operadores de transporte de passageiros, um aumento de 60,3% face ao semestre anterior.

Tendo por base dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) para o subsetor do transporte de passageiros, a AMT reporta, em 2018 face a 2017, um aumento de 4% dos passageiros transportados no setor ferroviário (para 147,47 milhões), uma subida de 3,7% para 242,553 milhões dos passageiros do metropolitano e um incremento de 3,3% dos passageiros do transporte fluvial, para 21 milhões.

No que respeita ao transporte rodoviário de passageiros, segundo dados recolhidos pela AMT, registou também em 2018 um aumento global do número de passageiros transportados.

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