Consumo de cimento sobe 6,8% e licenças para fogos novos 12,3% até julho — AICCOPN

O consumo de cimento no mercado nacional aumentou 6,8% até final de julho, em termos homólogos, enquanto as licenças para fogos novos subiram 12,3% e o novo crédito à habitação cresceu 36,5%, divulgou hoje a AICCOPN.

Consumo de cimento sobe 6,8% e licenças para fogos novos 12,3% até julho -- AICCOPN

Consumo de cimento sobe 6,8% e licenças para fogos novos 12,3% até julho — AICCOPN

O consumo de cimento no mercado nacional aumentou 6,8% até final de julho, em termos homólogos, enquanto as licenças para fogos novos subiram 12,3% e o novo crédito à habitação cresceu 36,5%, divulgou hoje a AICCOPN.

De acordo com a “Síntese Estatística da Habitação” da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), nos primeiros sete meses do ano registou-se um crescimento de 6,8% do consumo de cimento no mercado nacional, em termos homólogos, para 2,2 milhões de toneladas.

No período, foram 16.343 os fogos licenciados em construções novas, o que representa um crescimento de 12,3% em termos homólogos, em resultado de um incremento de 14,7% na construção de habitação nova e de 4,5% nas licenças emitidas para reabilitação de fogos.

Relativamente ao novo crédito para aquisição de habitação concedido pelas instituições financeiras, a AICCOPN aponta um aumento de 36,5% até julho, face ao mesmo período de 2020, para 8.565 milhões de euros.

“No mês de julho, o valor mediano da habitação para efeitos concessão de crédito bancário apresenta uma valorização de 8,3% em termos homólogos, em resultado de variações de 9,8% nos apartamentos e de 3,5% nas moradias”, refere a associação.

Analisando a evolução na Região Autónoma dos Açores, verifica-se que o número de fogos licenciados em construções novas nos 12 meses terminados em julho de 2021 foi de 593, o que traduz um aumento de 18,8% face aos 499 alojamentos licenciados nos 12 meses anteriores.

Destes, 11% eram de tipologia T0 ou T1, 34,1% de tipologia T2, 40,5% de tipologia T3 e 14,5% de tipologia T4 ou superior.

Quanto ao valor de avaliação bancária na habitação nesta região, registou em julho uma variação homóloga de 3,2%.

PD // CSJ

By Impala News / Lusa

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