Companhia aérea angolana suspende ligações a África do Sul, Moçambique e Namíbia

A companhia aérea angolana TAAG suspendeu hoje as suas ligações aéreas com Moçambique, Namíbia e Africa do Sul, prometendo fazer regressar os passageiros que se encontram nestes países o mais breve possível.

Companhia aérea angolana suspende ligações a África do Sul, Moçambique e Namíbia

Companhia aérea angolana suspende ligações a África do Sul, Moçambique e Namíbia

A companhia aérea angolana TAAG suspendeu hoje as suas ligações aéreas com Moçambique, Namíbia e Africa do Sul, prometendo fazer regressar os passageiros que se encontram nestes países o mais breve possível.

A suspensão de voos surge na sequência das medidas dotadas pela Comissão Multissetorial de Prevenção e Combate à Covid 19, que suspendeu as ligações aéreas de passageiros provenientes da África do Sul, Botsuana, Essuatíni, Lesoto, Namíbia, Moçambique e Zimbabué, para tentar conter a propagação da nova variante do coronavírus, conhecida como Ómicron.

Assim, estão suspensos desde as 00:00 de hoje todos os voos com destino à Joanesburgo e Cidade do Cabo (Africa do Sul), Maputo (Moçambique) e Windhoek (Namíbia), até novas instruções, segundo um comunicado da TAAG que garante estar a trabalhar com as autoridades angolanas para permitir o regresso dos passageiros.

Angola anunciou no sábado que iria encerrar fronteiras com sete países africanos – África do Sul, Botsuana, Essuatíni, Maláui, Moçambique, Namíbia e Zimbabué – a partir de 01 de dezembro, estando os cidadãos nacionais provenientes destes países sujeitos a uma quarentena domiciliar de 14 dias.

Vários países, incluindo Portugal aplicaram já restrições de voo com vários países africanos depois de ser detetada a nova variante do coronavírus, a Ómicron, na África do Sul, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) pode implicar maior infecciosidade devido a “um elevado número de mutações”.

O Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC) alertou na quinta-feira que a nova variante do vírus SARS-CoV-2 suscita “sérias preocupações de que possa reduzir significativamente a eficácia das vacinas e aumentar o risco de reinfeções”.

Num comunicado sobre a avaliação da ameaça da nova variante, e com base na informação genética atualmente disponível, o ECDC disse que a nova variante detetada na África Austral é a mais divergente (em relação ao vírus original) detetada até hoje.

 

RCR // CC

By Impala News / Lusa

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