CGD aumenta lucros em 74% para 640,9 ME até setembro

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) obteve lucros de 640,9 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, mais 73,5% do que nos mesmos nove meses de 2018.

CGD aumenta lucros em 74% para 640,9 ME até setembro

CGD aumenta lucros em 74% para 640,9 ME até setembro

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) obteve lucros de 640,9 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, mais 73,5% do que nos mesmos nove meses de 2018.

Lisboa, 08 nov 2019 (Lusa) – A Caixa Geral de Depósitos (CGD) obteve lucros de 640,9 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, mais 73,5% do que nos mesmos nove meses de 2018, anunciou hoje o banco público.

Segundo a CGD, entre janeiro e setembro, do resultado líquido consolidado apresentado, 481,4 milhões de euros são referentes a resultado da atividade corrente e os restantes 159 milhões de euros do impacto relativo à venda de operações no estrangeiro (Espanha e África do Sul), por reversão parcial de imparidades.

A venda de operações da CGD no estrangeiro faz parte do plano estratégico do banco. Em outubro, foi concluída a venda do Banco Caixa Geral (BCG), Espanha, e esta quinta-feira (07 de novembro) fechada a do banco Mercantile.

Contudo, diz o banco público nos documentos hoje divulgados, “as contas de setembro integram ainda o BCG e o Mercantile, dado a sua desconsolidação só ocorrer nas datas efetivas da venda”.

Na sua intervenção inicial na conferência de imprensa de apresentação de resultados, em Lisboa, o presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, disse que os lucros em termos absolutos “são significativos”, mas que “em termos relativos ainda estão aquém da [do definido com] Direção-Geral da Concorrência” para 2020, tendo em conta o plano estratégico assinado entre o Estado português e a Comissão Europeia.

Referiu ainda o gestor que também o rácio ‘cost to income’ (custos face a receitas) “está aquém” do definido para 2020, considerando que a CGD terá “de fazer aqui um esforço adicional”.

Já quanto aos objetivos de rácios de capital e rácios de crédito malparado, o banco público está “a cumprir e confortável”, acrescentou.

IM/JE // EA/CSJ

By Impala News / Lusa

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