Bruxelas volta a rever em baixa ritmo de crescimento na zona euro

A Comissão Europeia voltou hoje a rever em baixa a previsão de crescimento da economia da zona euro, para 1,1% do PIB este ano e 1,2% em 2020, uma desaceleração pronunciada.

Bruxelas volta a rever em baixa ritmo de crescimento na zona euro

Bruxelas volta a rever em baixa ritmo de crescimento na zona euro

A Comissão Europeia voltou hoje a rever em baixa a previsão de crescimento da economia da zona euro, para 1,1% do PIB este ano e 1,2% em 2020, uma desaceleração pronunciada.

Bruxelas, 07 nov 2019 (Lusa) — A Comissão Europeia voltou hoje a rever em baixa a previsão de crescimento da economia da zona euro, para 1,1% do PIB este ano e 1,2% em 2020, uma desaceleração pronunciada que Bruxelas atribui ao ambiente externo desfavorável.

Na comparação com as anteriores projeções macroeconómicas de verão, publicadas em julho, as previsões de outono hoje publicadas pelo executivo comunitário retiram uma décima às expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto no corrente ano (há quatro meses previa uma expansão de 1,2%) e duas décimas à expectativa de crescimento em 2020 (antecipava antes 1,4%). A Comissão espera que o ritmo de crescimento se mantenha nos 1,2% também em 2021.

Há precisamente um ano, nas previsões de outono de 2018, Bruxelas estimava que a economia do espaço da moeda única crescesse 1,9% este ano e 1,7% no próximo.

Apesar de este ser o sétimo ano consecutivo de crescimento económico na área do euro, ao longo dos últimos exercícios sazonais de previsões Bruxelas tem procedido a sucessivas revisões em baixa do ritmo da expansão, que tem abrandado de forma vincada, face aos valores de crescimento registados nos últimos quatro anos (2,1% em 2015, 1,9% em 2016, 2,4% em 2017 e 1,9% no ano passado).

Também para o conjunto da União Europeia, o executivo comunitário reviu em baixa as suas mais recentes projeções macroeconómicas, estimando que a economia do conjunto dos 28 Estados-membros progrida 1,4% este ano e nos dois próximos, quando no verão esperava que acelerasse para os 1,6% já em 2020.

ACC // CSJ

By Impala News / Lusa

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