Bruxelas aponta para moderação nos preços das casas em Portugal

Bruxelas indica hoje que os preços das casas devem registar uma maior moderação em Portugal, a refletir a recuperação gradual na oferta, juntamente com o abrandamento da procura externa.

Bruxelas aponta para moderação nos preços das casas em Portugal

Bruxelas aponta para moderação nos preços das casas em Portugal

Bruxelas indica hoje que os preços das casas devem registar uma maior moderação em Portugal, a refletir a recuperação gradual na oferta, juntamente com o abrandamento da procura externa.

Nas previsões de inverno hoje divulgadas, a Comissão Europeia indica ainda que “a recente recuperação na construção residencial” terá contribuído para alguma moderação na inflação dos preços das casas, que terá abrandado para 8,5% no terceiro trimestre de 2018 [em termos homólogos, ou seja, face ao mesmo período do ano anterior], “depois do pico de 12,2% registado no início do ano”.

Bruxelas antecipa que “os preços das casas deverão registar uma maior moderação no período das previsões” hoje divulgadas (2018-2020), “a refletir uma recuperação gradual da oferta, juntamente com alguma desaceleração da procura externa”.

Na semana passada a consultora JLL antecipou que os preços das casas usadas deverão diminuir este ano, com a chegada ao mercado de novas construções e indicou que a limitação da oferta em 2019 pode travar novos recordes no setor imobiliário.

De acordo com dados do INE, no terceiro trimestre de 2018, o Índice de Preços da Habitação aumentou 8,5% em termos homólogos, 2,7 pontos percentuais (p.p.) abaixo do registado no trimestre anterior, naquele que foi o segundo trimestre consecutivo em que se verificou uma desaceleração dos preços das habitações, depois do aumento de 12,2% no primeiro trimestre de 2018.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) deve divulgar a 25 de março a evolução dos Preços da Habitação no quarto trimestre de 2018.

A Comissão Europeia reviu hoje em baixa a sua previsão para o crescimento da economia portuguesa este ano, prevendo uma expansão de 1,7%, abaixo da estimativa de 2,2% do Governo.

ECR (PL) // CSJ

By Impala News / Lusa

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