Bolsa de Nova Iorque negoceia em alta no início da sessão

A bolsa de Nova Iorque está hoje a negociar em alta, apesar do receio dos investidores face à evolução da guerra comercial entre Washington e Pequim, à situação em Hong Kong e aos sinais de abrandamento económico.

Bolsa de Nova Iorque negoceia em alta no início da sessão

Bolsa de Nova Iorque negoceia em alta no início da sessão

A bolsa de Nova Iorque está hoje a negociar em alta, apesar do receio dos investidores face à evolução da guerra comercial entre Washington e Pequim, à situação em Hong Kong e aos sinais de abrandamento económico.

Pelas 15:10 (hora de Lisboa), o índice Dow Jones Industrial subia 0,27% para 25.549,30 pontos, enquanto o Standard & Poor’s avançava 033% para 2.849,97 pontos.

O tecnológico Nasdaq, por sua vez, recuperava 0,10% para 7.780,01 pontos.

A China afirmou hoje que vai retaliar caso Washington avance com um aumento das taxas alfandegárias adicional de 10% sobre vários produtos chineses, a partir de setembro, numa guerra comercial que ameaça a economia mundial.

O Governo chinês disse que tomará as “contramedidas necessárias”, mas não deu detalhes.

Os analistas referiram que os investidores “estão preocupados” com as posições que têm vindo a ser tomadas, quer por Washington, quer pela China, e sobre a evolução do diferendo.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, no início do mês, que iria impor taxas alfandegárias suplementares de 10% sobre um total de 300 mil milhões de dólares de importações oriundas da China, a partir de 01 de setembro.

O anúncio feito hoje pela China não refere a decisão de Trump de adiar as taxas sobre 60% daquele valor, até dezembro, visando prolongar as negociações.

Os analistas referem ainda que a situação em Hong Kong e os sinais de abrandamento da economia global estão a preocupar os mercados.

Na quarta-feira, Nova Iorque fechou a sessão em baixa, com os investidores a cederem aos receios da aproximação de uma recessão.

Várias notícias negativas para os investidores, como a contração do Produto Interno Bruto (PIB) alemão e a produção industrial chinesa abaixo do esperado, mas em particular a inversão das curvas de rendimentos em Wall Street, pela primeira vez desde 2007, despertaram os alarmes nos investidores, que começaram a desinvestir.

JS (RN) // CSJ

By Impala News / Lusa

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