Balanço de mortos em ataques no noroeste da Nigéria sobe para 88

O número de mortos no noroeste da Nigéria subiu para 88, após ataques de ladrões de gado a sete vilas na quinta-feira, de acordo com um balanço feito hoje pela polícia local.

Balanço de mortos em ataques no noroeste da Nigéria sobe para 88

Balanço de mortos em ataques no noroeste da Nigéria sobe para 88

O número de mortos no noroeste da Nigéria subiu para 88, após ataques de ladrões de gado a sete vilas na quinta-feira, de acordo com um balanço feito hoje pela polícia local.

“Inicialmente, 66 corpos foram encontrados, entretanto, outros 22 foram descobertos”, disse o porta-voz da polícia estadual de Kebbi, Nafiu Abubakar, à agência de notícias AFP.

Muitos moradores ainda estão desaparecidos e o número de vítimas poderá ser maior, segundo o porta-voz, acrescentando que as investigações prosseguem na região.

Os agressores, que estavam em motocicletas, atacaram as aldeias de Koro, Kimpi, Gaya, Dimi, Zutu, Rafin Gora e Iguenge, no distrito de Danko-Wasagu, na quinta-feira, disse o porta-voz.

A polícia foi enviada para a área para evitar novos ataques, enquanto os moradores das aldeias atacadas fugiram de suas casas, segundo as autoridades.

Em abril, nove polícias foram mortos nesta área durante um tiroteio com homens armados que entraram numa aldeia no distrito de Sakaba para roubar gado.

Desta vez, os agressores provavelmente eram dos Estados vizinhos de Zamfara ou Níger, de acordo com a polícia.

Nos últimos dez anos, grupos criminosos, chamados “bandidos” pelas autoridades, aterrorizam as populações do noroeste e centro da Nigéria. Os agressores atacam aldeias, roubam gado e sequestram locais ou viajantes nas estradas para obter resgate.

Os grupos operam em campos localizados na Floresta Rugu, que abrange os Estados nigerianos de Zamfara, Katsina, Kaduna e Níger.

Esses agressores são motivados primeiro pela ganância, mesmo que alguns tenham jurado lealdade a grupos ‘jihadistas’ presentes no nordeste da Nigéria, a centenas de quilómetros de distância.

Recentemente, esses grupos criminosos lançaram ataques contra escolas e universidades, realizando sequestros em massa de estudantes para obter resgate.

CSR // JNM

By Impala News / Lusa

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