Autoeuropa retoma hoje produção após paragem face à crise dos semicondutores

A Autoeuropa vai retomar hoje a produção, com o turno de trabalho que se inicia pelas 23:40, após uma paragem devido à falta de semicondutores, adiantou à Lusa fonte oficial da empresa.

Autoeuropa retoma hoje produção após paragem face à crise dos semicondutores

Autoeuropa retoma hoje produção após paragem face à crise dos semicondutores

A Autoeuropa vai retomar hoje a produção, com o turno de trabalho que se inicia pelas 23:40, após uma paragem devido à falta de semicondutores, adiantou à Lusa fonte oficial da empresa.

A Autoeuropa vai retomar hoje a produção, com o turno de trabalho que se inicia pelas 23:40, após uma paragem devido à falta de semicondutores, adiantou à Lusa fonte oficial da empresa. Segundo a fábrica do grupo alemão Volkswagen, a produção será retomada com o turno das 23:40, pelo que o regresso à normalidade já se vai verificar na quarta-feira.

A empresa anunciou a paragem no sábado, indicando que esta levou ao cancelamento de 95 turnos e a 28.860 unidades perdidas. Face às sucessivas paragens devido à falta de componentes, desde o início da pandemia, a administração da Autoeuropa anunciou na semana passada que pretende recorrer ao “programa de apoio à atividade económica” e garantir o rendimento individual de cada colaborador da empresa.

A indústria automóvel tem sido uma das mais afetadas pela falta de semicondutores, componentes que são, em grande parte, fornecidos por diversos fabricantes asiáticos, que têm mantido algumas medidas de confinamento devido à covid-19. O processo de vacinação contra a covid-19 no continente asiático está bastante atrasado, comparativamente com o que se verifica nos países ocidentais mais desenvolvidos.

A fábrica de automóveis de Palmela produz atualmente os modelos MPV e T-Roc. Com mais de 5.000 colaboradores, dos quais 98% com vínculo permanente, a Autoeuropa produziu em 2020 um total de 192.000 automóveis e 20 milhões de peças para outras fábricas do grupo alemão, que representam 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) e 4,7% das exportações portuguesas.

 

 

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