Autoeuropa faz nova paragem devido à falta de semicondutores

A fábrica de automóveis da Autoeuropa, em Palmela, inicia hoje uma nova paragem de produção devido à falta de semicondutores, face a dificuldades no fornecimento daquele tipo de componentes provenientes de diversas fábricas do continente asiático.

Autoeuropa faz nova paragem devido à falta de semicondutores

Autoeuropa faz nova paragem devido à falta de semicondutores

A fábrica de automóveis da Autoeuropa, em Palmela, inicia hoje uma nova paragem de produção devido à falta de semicondutores, face a dificuldades no fornecimento daquele tipo de componentes provenientes de diversas fábricas do continente asiático.

A fábrica de automóveis da Autoeuropa, em Palmela, inicia hoje uma nova paragem de produção devido à falta de semicondutores, face a dificuldades no fornecimento daquele tipo de componentes provenientes de diversas fábricas do continente asiático.

Segundo revelou a empresa, com esta nova paragem de produção, que se prolonga até dia 21 de setembro, a fábrica do grupo alemão Volkswagen atinge um total de “95 turnos cancelados e 28.860 unidades perdidas”.

Face às sucessivas paragens devido à falta de componentes, desde o início da pandemia, a administração da Autoeuropa anunciou a semana passada que pretende recorrer ao “programa de apoio à atividade económica” e garantir o rendimento individual de cada colaborador da empresa.

A indústria automóvel tem sido uma das mais afetadas pela falta de semicondutores, componentes que são, em grande parte, fornecidos por diversos fabricantes asiáticos, que têm mantido algumas medidas de confinamento devido à Covid-19.

O processo de vacinação contra a covid-19 no continente asiático está bastante atrasado, comparativamente com o que se verifica nos países ocidentais mais desenvolvidos.

A fábrica de automóveis de Palmela produz atualmente os modelos MPV e T-Roc. Com mais de 5.000 colaboradores, dos quais 98% com vínculo permanente, a Autoeuropa produziu em 2020 um total de 192.000 automóveis e 20 milhões de peças para outras fábricas do grupo alemão, que representam 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) e 4,7% das exportações portuguesas.

 

 

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