EasyJet ameaça deixar de voar entre o continente e a Madeira

A companhia low cost britânica admite deixar de realizar os voos entre Lisboa e a Madeira. Em causa está a aprovação de um subsídio de mobilidade para a ilha.

EasyJet ameaça deixar de voar entre o continente e a Madeira

EasyJet ameaça deixar de voar entre o continente e a Madeira

A companhia low cost britânica admite deixar de realizar os voos entre Lisboa e a Madeira. Em causa está a aprovação de um subsídio de mobilidade para a ilha.

A easyJet  admite deixar de realizar os voos entre Lisboa e a Madeira. Em causa está a aprovação de um subsídio de mobilidade para a ilha. “No seguimento da aprovação ao dia de ontem do novo modelo de subsídio de mobilidade da Madeira, apresentado pelos deputados do PSD Madeira, a easyJet reitera uma vez mais que não conseguirá implementar as mudanças inerentes ao mesmo”, justificou a companhia área britânica em comunicado.

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Modelo prevê que os residentes paguem apenas 86 euros de viagem ida e volta

Na mesma nota, a empresa de aviação adianta ainda que a “implementação destas medidas implica a expulsão da easyJet de um mercado liberalizado, por uma decisão política, e que forçará a companhia a interromper as duas rotas domésticas atualmente existentes entre a Madeira e o continente português (LISFNC & OPOFNC), o que terá um enorme impacto negativo tanto na vida das pessoas, como no turismo e na economia de toda a região”.

Este modelo de subsídio de mobilidade da Madeira – aprovado na Assembleia da República  esta quarta-feira, 5 de fevereiro – prevê que os madeirenses paguem apenas o preço estipulado para as passagens aéreas de ida e volta – 86 euros para os residentes e 65 euros para os estudantes.

 

“Operamos rotas internacionais para a Madeira desde 2007 e prestamos serviços domésticos desde 2008, com reconhecidos benefícios para os residentes da região, assegurando uma maior concorrência e disponibilidade de tarifas mais baixas para todos. Continuaremos a monitorizar esta decisão, e a analisar todos os detalhes relacionados com a mesma, com as nossas equipas de regulação e jurídicas”, acrescenta em comunicado.

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