Cristiano Ronaldo: o maior jogador português de todos os tempos?

Cristiano Ronaldo, capitão da seleção portuguesa, ainda hoje é, do alto dos seus 35 anos, referência por onde passa.

Cristiano Ronaldo: o maior jogador português de todos os tempos?

Cristiano Ronaldo: o maior jogador português de todos os tempos?

Cristiano Ronaldo, capitão da seleção portuguesa, ainda hoje é, do alto dos seus 35 anos, referência por onde passa.

Portugal nunca conquistou um Campeonato do Mundo, mas o futebol é a paixão nacional no nosso país, que é origem de alguns dos maiores jogadores de sempre. O maior deles, e isso dificilmente é discutido pelos adeptos, é Cristiano Ronaldo, capitão da seleção portuguesa ainda hoje e que, do alto dos seus 35 anos, é referência por onde passa.

O Campeonato Português, oficialmente Primeira Liga, pode não ter o prestígio de competições nacionais gigantescas como La Liga, na Espanha, ou a Premier League, na Inglaterra – ambas nas quais Cristiano Ronaldo jogou, aliás – mas é tradicionalmente um celeiro de grandes talentos. É também um campeonato popular para fazer apostas, que podem ficar mais interessantes ao usar o código Promocional Bet.pt Setembro 2020.

As equipas portuguesas, por sua vez, têm algumas das histórias mais vitoriosas do continente. Em termos locais, a equipa do Boavista assombrou a nação e o mundo ao se sagrar campeão em 2000, enquanto que o Porto, já a nível europeu, eternizou sua equipa de 2004 ao vencer a UEFA Champions League com José Mourinho, o maior treinador português de todos os tempos.

A magia de CR7

Atualmente sem jogar pela Juventus por ter sido diagnosticado com COVID-19, Cristiano Ronaldo é praticamente unanimidade quando o assunto é o maior jogador português de sempre. Os mais velhos podem questionar e colocar Eusébio na discussão, – e o Pantera estará devidamente inserido aqui – mas é difícil encontrar qualquer um que seja que brilhe mais do que CR7.

Natural da Madeira, a hoje em dia superestrela foi descoberta pelo Sporting antes mesmo de assinar contrato profissional, e foi na capital que começou a dar mostras que poderia ser um génio da bola – mas não ainda um dos maiores de sempre.

O grande passo da sua carreira foi ser contratado pelo gigante inglês Manchester United, onde o jogador passou 7 anos da sua carreira a ganhar de tudo: Premier League, UEFA Champions League e outros títulos menores. Bastou um ano a jogar sob o comando do lendário técnico Alex Ferguson para o avançado ser chamado para a Seleção Portuguesa, de onde nunca mais saiu desde 2003.

Pela Seleção de Portugal, aliás, os seus quase 15 anos de serviço foram coroados com 101 golos, o que faz do atleta o maior marcador de todos os tempos, com mais tentos do que Pauleta e Figo somados, e também o mais convocado de todos. O auge, certamente, veio em 2016, quando Portugal finalmente conquistou o título da UEFA Euro.

Após deixar o Manchester United, a carreira de Ronaldo foi coroada, ao ser contratado pelo Real Madrid, onde viveu o primor dos seus anos entre 2009 e 2018, onde venceu dois prémios Bola de Ouro FIFA, três Ballon d’Or e muitos outros prémios individuais, além de incontáveis títulos espanhóis e Europeus com o Real Madrid.

Na Juventus desde 2018, CR7 ainda mostra que tem mais dentro dele, com golos e título mesmo com sua avançada idade para um jogador. É o que fazem os génios acima da média, afinal.

Lendas do passado

Ao olhar para trás, nenhum jogador português brilha mais do que o lendário Eusébio, que fez história com a camisa do Benfica e da Seleção Portuguesa.

O eterno Pantera Negra jogou longos 15 anos no Benfica, de 1960 a 1975, e ganhou a Primeira Liga 11 vezes. Ao longo desse período, o astro balançou as redes 727 vezes em 715 – sim, média de mais de um golo por jogo. Até ao surgimento de Cristiano Ronaldo, é justo dizer, o apelido “King” para o grande Eusébio, grande amigo de Pelé, era incontestável.

Outros grandes astros de Portugal brilharam dentro e fora do país, sendo que outro mais recente é Luís Figo, o maior jogador do país nos anos 1990 e início dos 2000. Se Eusébio levou Portugal até o terceiro lugar da Campeonato Mundial de 1966, melhor desempenho do país em Campeonatos até hoje, Figo elevou o patamar do futebol do país para sempre ao liderar a chamada segunda geração de ouro de Portugal.

O médio-ofensivo é o segundo jogador com maior número de convocações para a Seleção Portuguesa, atrás apenas de CR7, e viveu uma carreira muito vitoriosa pelos clubes por onde passou, que incluem Sporting Lisboa, Barcelona e Inter de Milão, mas nenhum outro acima do Real Madrid.

Somando ainda nomes como Fernando Chalana, Peyroteo, Rui Costa e tantos outros, é fácil provar que, mesmo nem sempre sob os holofotes mais brilhantes da Europa, Portugal produziu e ainda produz grandes lendas do desporto.

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