Criança de 10 anos pede a funcionária de loja para fingir ser sua mãe e evita ser raptada [vídeo]

Vídeo mostra como Sammy Green, de 10 anos, evitou ser raptado com a ajuda da funcionária de uma loja. Criança usou estratégia ensinada pelo pai. Veja as imagens.

Criança de 10 anos pede a funcionária de loja para fingir ser sua mãe e evita ser raptada [vídeo]

Vídeo mostra como Sammy Green, de 10 anos, evitou ser raptado com a ajuda da funcionária de uma loja. Criança usou estratégia ensinada pelo pai. Veja as imagens.

Uma criança de 10 anos evitou ser raptada ao pôr em prática uma estratégia ensinada pelo pai. O episódio, que aconteceu na sexta-feira, 11 de novembro, foi relatado pelo pai do menino, Sam Green, ao CBS Philadelphia. Tudo aconteceu quando Sammy Green estava a regressar da escola em Pottstown, Pensilvânia (EUA), e uma mulher começou a segui-lo.  “[A mulher] começou a andar com ele e a perguntar onde estava a sua família, perguntando onde estava o seu pai”, relata o progenitor.

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Posteriormente, a mulher abordou a criança e tentou persuadi-la a entrar numa loja de conveniência. Como não a conhecia, Sammy continuou a andar e só parou quando encontrou numa loja que já lhe era familiar, uma vez que a frequenta regularmente.

Sammy entrou no espaço, abordou a colaboradora da loja, Hannah, de 17 anos, que se encontrava na caixa registadora: “Age como se fosses minha mãe, esta senhora está a seguir-me”, pediu. Um vídeo de vigilância da loja captou o momento e mostra a possível raptora parada à porta como se estivesse à espera do menino. É então que a jovem caminha calmamente até à entrada, colocando-se entre Sammy e a mulher e tranca a porta.

O pai de Sammy enfatizou ter ficado extremamente aliviado pelo facto de o filho ter seguido aquilo que já haviam acordado previamente. Mas não escondeu que “chorava cada vez que via [o vídeo]”. “Ver o meu filho a procurar ajuda porque temia basicamente pela sua vida”, disse à CBS 10. E incentivou todos os pais a fazerem o mesmo. “Pensem em todos os cenários, certifiquem-se de que as crianças os sabem e pratiquem-nos também”, acrescentou.

A polícia conseguiu identificar a mulher, que agora se encontra a receber assistência psiquiátrica, segundo a People. No entanto, nenhuma queixa foi feita. Ainda assim, a mesma publicação avança que a criança terá, a partir de agora, sempre alguém a levá-lo e a ir buscá-lo à escola.

Foto: reprodução CBS Philadelphia e D.R.

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